Globoplay destaca séries e filmes com mulheres fortes, complexas e protagonistas de suas histórias

Foto: Divulgação

Cada vez mais presentes em histórias potentes e cheias de camadas, as mulheres vêm ocupando um espaço de destaque na ficção contemporânea. No Globoplay, esse protagonismo aparece em diferentes gêneros e tons — do suspense ao drama, da redescoberta íntima ao enfrentamento da violência — sempre guiado por personagens femininas que desafiam expectativas e movimentam a narrativa a partir de suas próprias escolhas. 
 
É nesse contexto que chega 'Matlock', releitura de um clássico da TV americana protagonizada por Madeline ''Matty'' Matlock (Kathy Bates), uma advogada septuagenária que retorna ao mercado de trabalho e surpreende ao resolver casos complexos com inteligência, estratégia e irreverência. Envolvente e cheia de reviravoltas, a série se soma a outros títulos do catálogo que colocam mulheres no centro de histórias marcantes. Confira:  
 
'Vitória' (2025) 
Vitória (Fernanda Montenegro) é uma senhora solitária que, aflita com a violência que passa a tomar conta da sua vizinhança e em conflito com os vizinhos, começa a filmar da janela de seu apartamento. Ao registrar por meses a movimentação de traficantes de drogas da região, transforma a própria rotina em um ato de resistência silenciosa. Sua atitude chama a atenção de um jornalista, que se aproxima e tenta ajudá-la na missão. 
 
'Central do Brasil' (1998) 
Já em 'Central do Brasil', Dora, também interpretada por Fernandona, surge inicialmente como uma mulher dura, prática e emocionalmente contida. Escrevendo cartas para analfabetos na estação Central do Brasil, no Rio de Janeiro, ela vive uma rotina atravessada pela pressa e pelo desencanto — até o encontro com um menino (Vinícius de Oliveira) mudar o rumo da história. A partir dessa relação, o filme desenha uma jornada afetiva e transformadora que revela, pouco a pouco, novas camadas da personagem.  
 
'Boa Esposa' (2020) 
Paulette Van Der Beck (Juliette Binoche) passou anos ensinando adolescentes a se tornarem esposas ideais em uma escola de tarefas domésticas na Alsácia. Mas, em 'Boa Esposa', a aparente estabilidade da personagem começa a ruir após a morte repentina do marido. Diante da falência iminente da instituição e das transformações sociais da França de 1968, Paulette se vê obrigada a rever certezas, valores e o papel que ocupou durante toda a vida. O filme mistura humor, crítica e emancipação. 
 
'Boa Sorte, Leo Grande' (2022) 
Em 'Boa Sorte, Leo Grande', o movimento é mais íntimo, mas não menos transformador. Nancy Stokes (Emma Thompson), uma professora recém-aposentada, decide finalmente confrontar uma ausência que marcou sua vida inteira: o prazer. Ao contratar Leo Grande (Daryl McCormack), ela dá início a uma troca que vai muito além do encontro planejado, abrindo espaço para conversas sobre desejo, envelhecimento, liberdade e autoaceitação. Com delicadeza e franqueza, o longa constrói uma protagonista em processo de redescoberta. 

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