Romário revela ao ''Esporte Record'' por que nunca jogou em clubes de São Paulo

Foto: Record/Divulgação

O Esporte Record exibiu neste domingo (10) uma entrevista exclusiva de Cléber Machado com o ex-jogador Romário, que revelou o motivo de nunca ter vestido a camisa de clubes de São Paulo. ''Porque não tem praia. O único lugar da minha vida em que joguei sem praia foi no PSV [Holanda]'', afirmou. 
 
Intenso dentro e fora de campo, o Baixinho, como é conhecido, falou sobre a fama de marrento e avaliou sua própria postura ao longo da carreira: ''Já fui, hoje não. Ainda me chamam, mas já passei dessa fase há alguns anos. Sempre fui um cara com uma personalidade muito forte. Em determinado momento, polêmico'', confessa.
 
Ao longo da carreira, Romário vestiu as camisas do Vasco, Flamengo, Fluminense, PSV, Barcelona, além da Seleção Brasileira, entre outros clubes. Por onde passou, tornou-se referência — papel que reconhece ter exercido.  ''Com meus companheiros, tanto nos clubes quanto na Seleção, eu sabia o meu tamanho e a minha importância. Era o primeiro a falar e a brigar por eles'', conta.
 
Técnico da Seleção Brasileira 
 
A nacionalidade do técnico da Seleção Brasileira divide opiniões desde antes da chegada do italiano Carlo Ancelotti. Romário comentou o tema e avaliou o trabalho do treinador. ''Nunca fui contra, mas também nunca pensei muito nisso. Nos jogos em que ele esteve à frente, dá um respeito diferente à Seleção Brasileira. Acredito que, neste momento, ele seja o treinador ideal'', avaliou. 
 
Se fosse o presidente da CBF, o ex-atacante disse que só renovaria o contrato de Ancelotti em caso de título da Copa do Mundo e revelou quem seria sua preferência para o próximo ciclo. “Se a Copa tivesse terminado e começasse um novo ciclo, eu colocaria o Renato Gaúcho. É ganhador, querido, todo mundo gosta dele e ele tem o grupo na mão”, afirmou. 
 
Copas do Mundo 
 
Multicampeão como jogador, Romário disputou as Copas de 1990 e 1994. Sobre o Mundial na Itália, revelou ter chegado ao torneio sem estar em plena condição física. ''Eu havia quebrado a fíbula e o tratamento não foi o ideal. Cheguei clinicamente sem estar 100%, e isso afeta automaticamente a parte física. O melhor teria sido não ter ido'', explicou. 
 
Já sobre o título de 1994, nos Estados Unidos, o ex-jogador enalteceu o grupo campeão: ''Cada um fez o seu papel, sabendo que o outro ia ajudar muito''. 
 
CLIQUE AQUI e acompanhe a entrevista completa, que está disponível no RecordPlus. 

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