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| Foto: Divulgação |
Em Miami, onde participará de cerimônia da FIFA para celebrar o marco de um ano para a realização da Copa do Mundo Feminina 2027 no Brasil, o ministro do Esporte, Paulo Henrique Cordeiro, conversou nesta quarta-feira (24) com o repórter Mauro Naves e destacou que a edição da competição, inédita na América do Sul, será “um legado permanente para as meninas e mulheres que praticam e admiram o futebol no país”. O conteúdo será exibido na íntegra às 17 horas no ''Giro Copa'' da N Sports e no ''Balanço da Copa'', às 23h30, programa que faz parte da cobertura da Copa do Mundo 2026 que a emissora está fazendo em simulcast com o SBT.
No Brasil, o marco será alardeado via iluminação especial em verde-amarelo no Cristo Redentor e no estádio do Maracanã, na capital fluminense, além do lançamento de um mural artístico em todas as oito cidades-sede: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.
Confirmado no Estádio de Miami, nesta quarta-feira, para assistir ao jogo da Seleção Brasileira contra a Escócia, válido pela Copa do Mundo 2026, a autoridade explicou em detalhes a Lei nº 15.421, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que regulamenta aspectos da competição tais como venda de ingressos, segurança pública, proteção de marcas e direitos comerciais. A legislação aborda como a questão da segurança será coordenada em conjunto com a Polícia Federal, estados, municípios e governo federal e como será criada a Força-Tarefa Nacional de Segurança da Copa (FT-Copa).
A entrevista traz mais elementos sobre o marco regulatório da Copa Feminina a ser entregue ao presidente da FIFA, Gianni Infantino, e sobre o que será o legado social, esportivo e econômico da competição. A promoção da igualdade de gênero, o combate à discriminação, a valorização profissional das mulheres, a ampliação da participação feminina no esporte e o fortalecimento do futebol feminino brasileiro estão entre os objetivos da lei.
As atletas medalhistas de bronze no Mundial de 1988 e também as participantes da edição de 1991 receberão cada uma a premiação de R$ 500 mil em reconhecimento ao pioneirismo na Seleção Brasileira feminina.
Outras ações já executadas como parte da preparação para o evento e iniciativas do governo federal de incentivo ao futebol feminino e ao esporte nacional foram explicadas ao consórcio N Sports / SBT: criação da Universidade Federal do Esporte para oferta de cursos de graduação e pós-graduação; ampliação do Programa Arena Brasil para entrega de equipamentos esportivos públicos em 500 municípios de maior vulnerabilidade social até o final deste ano; reajuste do Bolsa Atleta com aumento de 10,86%, contemplando mais de 11 mil atletas, um recorde de participação no mundo; programa TEAtivo, em parceria com a Apae Brasil, que promove a inclusão de autistas no esporte e atende cerca de 1.200 famílias na região Norte e 1.800 estudantes no Nordeste; por fim, a transformação da Lei de Incentivo ao Esporte em política pública permanente por meio da Lei Complementar nº 222/2025, ampliando a partir de 2028 a possibilidade de mais empresas apoiarem projetos socioesportivos no país.
Onde assistir ''A COPA QUE O BRASIL QUER VER'' do consórcio N SPORTS - SBT
• SBT – TV Aberta (o número do canal varia por estado) e plataforma gratuita de streaming SBT+
• N Sports – TV por assinatura (paga) CLARO TV (Canal 566), VIVO TV (Canal 567), SKY+, ZAPPING (Canal 24) e OI TV (Canal 171).
