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| Foto: TV Brasil/Divulgação |
Ao som da música nordestina, no ritmo do xote e do baião, o reality show Duelo de Guitarras abre a segunda rodada com o embate entre Lui Rabello e Roger Oliveira neste sábado (1º), às 13h30, na TV Brasil. A dupla encara a disputa com novas regras que tornam a competição musical ainda mais emocionante.
O início da nova fase é embalado pela base gravada pelo cantor e compositor Daniel Gonzaga, filho de Gonzaguinha e neto de Luiz Gonzaga, o rei do Baião. O programa apresenta um depoimento dele para os participantes do reality.
"O xote tem tudo a ver com o blues por conta do andamento e da métrica dos compassos. Agora, vocês têm dois desafios: achar a medida de como o blues entra no xote e acompanhar o diálogo com a sanfona", alerta o convidado especial.
Jurados e mentores, Navalha Carrera e João Gaspar compartilham orientações com os guitarristas. Eles destacam a necessidade de se estar atento ao que o gênero demanda e simultaneamente disposto a aprender. Também comentam as mudanças de harmonia com os acordes em baixa e destacam a importância de escutar o balanço da música.
A partir do início da segunda rodada do reality show musical, os seis competidores enfrentam um novo desafio relacionado à pontuação com a mudança nas regras das dificuldades aleatórias. Agora, quem não aceitar o desafio proposto perde um ponto, mas quem cumprir soma dois pontos extras no ranking que garante vaga na semifinal do programa. O desafio sorteado foi usar apenas um pedal e ambos aceitaram.
Estratégias para apresentação
Os guitarristas revelam os planos de como pretendem se portar no palco para conseguir melhor avaliação. A baiana Lui Rabello explica sua ideia para a performance. "Pretendo utilizar uma melodia do Nordeste e jogar uma escala interessante", declara a veterana.
Após a performance, ela analisa seu desempenho. "Não existe lugar de conforto. A gente apenas tenta se adequar imprimindo a nossa marca. Lembrei do recôncavo baiano e busquei incluir algo nessa onda. Tentei fazer uma guitarra dupla, com poucas notas, algo melódico que fique no ouvido e lembre o sertão", diz.
Roger Oliveira elogia a oponente. "A sensação de estar tocando com a Lui será uma emoção, uma honra. Alguém que vi tanto tempo na televisão... Dá um frio na espinha", reflete o competidor que fala sobre a base do solo. "É uma responsabilidade grande tocar uma base composta pelo Daniel Gonzaga. Já acompanho a carreira dele. Quis tocar com algum sentido, dialogando com a melodia e a batida", afirma.
O guitarrista comenta sobre o seu estilo no instrumento. "Tento fechar os olhos e sentir a batida da música e perceber o que ela me pede na guitarra. Vou buscar tocar relaxado, mas é sempre um calafrio e uma tensão enorme porque a gente não sabe o que vai vir", opina.
Após a apresentação, o candidato ficou satisfeito com o seu trabalho. "Tentei repetir o desempenho e manter as notas que consegui no rock. Fiquei muito contente com tudo que fiz no duelo. Busquei expressar meu sentimento, a calmaria, fechando os olhos, sentindo o instrumento", reforça.
