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| Foto: TV Brasil/Divulgação |
A penúltima rodada da fase eliminatória do reality show Duelo de Guitarras reúne os participantes Pedro Hills e André Sampaio neste sábado (8), às 13h30, na TV Brasil. A dupla enfrenta a disputa no folk e sertanejo para conseguir uma vaga na semifinal. O ritmo do sexto programa não deixa os amigos na zona de conforto e eles têm que buscar inspiração para alcançar a próxima fase da competição.
O workshop com os jurados e mentores Navalha Carrera e João Gaspar traz orientações sobre a sonoridade. O folk também foi um dos assuntos do guitarrista Victor Biglione, que destacou o vibrato, quando visitou a casa para conversar e tocar com os participantes do reality show Duelo de Guitarras.
Na segunda rodada do confronto, os seis competidores encaram um novo desafio com a mudança nas regras da pontuação das dificuldades aleatórias. Quem não aceitar o desafio proposto perde um ponto, mas quem cumprir soma dois pontos extras no ranking que leva à próxima etapa do programa. O desafio sorteado foi performar com as cordas 1 e 2 presas. Pedro Hills aceitou e André Sampaio declinou.
Desempenho na disputa
Pedro Hills elogiou o amigo e buscou dar o seu melhor. "O André é muito talentoso e tem várias influências. É um estilo desafiador para mim. Não é muito a minha zona de conforto, mas estou curioso para saber se a base será mais arrastada ou solta", comenta.
Sobre a estratégia, o participante considera o inesperado. "Você planeja algumas coisas, mas, de repente, na hora, tem que modificar a estratégia por causa da dificuldade aleatória. Não estava preparado para esse desafio, mas eu tive que criar alternativas", destaca Pedro Hills.
"Eu me inspirei bastante nas questões do banjo, por mais que eu estivesse na guitarra. Com menos duas cordas é a mesma coisa que dirigir um carro sem a primeira e a segunda marcha. Você tem que arrancar de terceira. Eu fiquei surpreso com o que eu consegui desenvolver ali na hora", completa o artista.
Já André Sampaio, ex-guitarrista da banda Ponto de Equilíbrio, relata o prognóstico da prova. "Nessa etapa, se nós dois pontuarmos bem podemos passar para a próxima fase. Então não é uma disputa entre eu e ele. Pedro é o meu parceirão na casa. Decidir a vaga sem ter que eliminar o amigo vai ser muito maneiro", opina.
Ele estava animado antes da apresentação. "Toco coisas que outros não tocam. Estou confiante, apesar de não ser a minha área de conforto. Na verdade, nenhum dos estilos é o que eu toco, então tento dialogar com as minhas influências e botar o meu tempero. Estou otimista para fazer um somzão", explica.
"O workshop dá a dica do que os jurados pretendem observar em termos de técnica. Me senti muito acolhido pela galera da casa e pelos outros participantes. Gosto de tocar solto, ficar à vontade e me expressar. Tenho origens periféricas. Venho do reggae, do afrobeat e da música africana que são marginalizadas", conta André Sampaio.
