Globoplay estreia 'Eu Não Era Louca, Era Casada', suspense vertical sobre manipulação no casamento

Foto: Globo/Beatriz Damy

Ter uma vida estável, uma carreira consolidada e um casamento aparentemente seguro não impede que a sensação de segurança se desfaça aos poucos. Em 'Eu Não Era Louca, Era Casada', nova novelinha original Globoplay, o público vai acompanhar a história de Beatriz (Fernanda Rodrigues), uma galerista bem-sucedida que passa a ter sua sanidade colocada em xeque por uma cruel armação. Com estreia marcada para 6 de outubro, a trama foca no processo de manipulação e isolamento arquitetado por seu próprio marido, Vítor (Ricardo Pereira), que usa a intimidade do casamento para transformar a rotina da esposa em um jogo de dúvida e medo. O elenco reúne ainda nomes como Barbara Reis, Daniel Rocha, Ilvio Amaral e Danielle Winits.

''A Beatriz é uma mulher muito real, que vive situações com as quais muita gente pode se identificar. Ela tem uma trajetória interessante e vai revelando diferentes facetas ao longo da história. Eu conheço algumas mulheres que, em proporções diferentes, vivem o que ela vive, então procurei imaginar essas mulheres'', comenta Fernanda Rodrigues. 

''É alguém que movimenta a história e tem uma função muito clara dentro dela. Ele tem seus objetivos muito bem definidos, é um personagem com muitas camadas e que nunca desiste. O objetivo dele é tentar enlouquecer a mulher para ficar com toda a sua fortuna; vamos ver se vai conseguir. É o grande vilão da história'', acrescenta Ricardo Pereira.

Gravada em formato vertical, a obra tem 50 capítulos com episódios curtos de aproximadamente 2 a 3 minutos, desenvolvidos sob medida para o consumo rápido pelo celular ou outros dispositivos móveis. Cada episódio entrega uma dose concentrada de suspense, com ganchos intensos e reviravoltas pensadas para o público conectado.

Produzida pelos Estúdios Globo, 'Eu Não Era Louca, Era Casada' é criada e escrita por Ecila Pedroso, com direção artística de Adriano Melo, produção de Juliana Castro e Renata Rossi, e produção executiva de Lucas Zardo. A direção de gênero é de José Luiz Villamarim. Os sete primeiros capítulos serão abertos para não assinantes. 

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