'Um Ano Selvagem na Terra' estreia na TV Brasil mostrando os ciclos da natureza pelo mundo

Foto: Love Nature

A TV Brasil lança a série documental Um Ano Selvagem na Terra nesta quinta (8), às 21h. A produção inédita revela como os padrões sazonais do planeta influenciam a fauna e a humanidade.

Com seis episódios, o seriado destaca eventos espetaculares de migração, acasalamento, renascimento e transformação, mesmo quando o clima global se torna imprevisível. O conteúdo pode ser acompanhado em horário alternativo com janela aos domingos, mais cedo, às 19h30.

O conteúdo é uma das novidades da faixa dos conteúdos de natureza apresentada na programação da emissora pública em horário nobre às terças e quintas. Os documentários ambientais ficam disponíveis por dez dias no app TV Brasil Play após a exibição na telinha.

Cada edição da nova série mostra a dinâmica de dois meses do ano em que muitas situações ocorrem até completar o ciclo. Ao longo de uma fase turbulenta, a atração acompanha criaturas extremamente adaptadas que enfrentam as intempéries da natureza com variações cada vez mais extremas, menos previsíveis e perigosamente instáveis.

A obra inédita no canal apresenta dramas mundiais e acontecimentos milagrosos que ocorrem periodicamente em diferentes épocas do ano em diversos lugares da Terra, como África, Oceania, Europa, Américas e, também, nos polos.

Episódio de estreia

O primeiro episódio da série Um Ano Selvagem na Terra começa pelo início do ano, um período de extremos em todo o globo. A partir do reino do urso-polar, os ventos árticos mergulham o Hemisfério Norte no inverno. Criaturas minúsculas e magníficas são desafiadas pelas condições climáticas.

Nos trópicos, animais e humanos reagem de forma diferente à estação. O Ano Novo Chinês marca a maior migração humana do planeta. A África equatorial é inundada pelo dilúvio da "estação chuvosa", à medida que as chuvas mais intensas do ano transformam a paisagem e toda a vida em seu caminho.

Já na Austrália, o período mais seco do ano possibilita um banquete de fogo para as aves de rapina. Conforme a Terra continua seu trânsito ao redor do sol, a maior festa do planeta explode em vida no Carnaval do Rio, um clímax selvagem para os dois primeiros meses do ano.

Janeiro e fevereiro representam um período que marca tanto o auge do verão quanto as profundezas do inverno. À medida que a Terra viaja ao redor do nosso sol, é a inclinação axial do planeta que causa as estações - uma leve inclinação com consequências gigantescas para toda a vida.

As regiões mais frias do Ártico reúnem os ursos-polares vagando, totalmente expostos às condições mais severas do inverno. Os ventos daquela região mergulham o Hemisfério Norte na drástica realidade do inverno.

Nos Estados Unidos, as Montanhas Rochosas ficam cobertas por uma neve espessa, onde os animais travam uma luta pela sobrevivência. Nas águas gélidas da costa da Califórnia, esta época do ano se transforma em uma maternidade para filhotes brincalhões de lontras-marinhas. Enquanto isso, outras criaturas optam por fugir do frio. Centenas de peixes-boi se reúnem em fontes de água quente na Flórida.

A Europa também sofre transformações. As lacraias se retiram sob o solo congelado para incubar suas ninhadas de ovos. No Japão nevado, um grupo de macacos-japoneses se reúne para banhar-se em águas termais por horas.

Em fevereiro, o Ano Novo Chinês marca a maior migração humana do globo, com milhões de pessoas se reunindo com familiares e amigos. Ao mesmo tempo, a África equatorial é inundada pelo dilúvio da "estação chuvosa", conforme as chuvas mais intensas do ano transformam a paisagem e toda a vida em seu caminho.

Esse período do ano ainda afeta os hipopótamos na Zâmbia onde tragédias se desenrolam na beira do rio para hipopótamos. Já para o besouro-bosteiro, a estação chuvosa traz presentes celestiais de umidade e esterco de primeira qualidade.

No ponto de encontro de dois oceanos, nas águas ao redor da ilha da Indonésia, majestosas raias-manta oceânicas, raias-diabo e raias-manta residentes de recife convergem à medida que as fortes correntes agitam nutrientes e florações de plâncton.

Mais ao sul, no verão australiano, o interior do lado oriental do continente se torna um dos lugares mais quentes da Terra. Na floresta amazônica, milhões de formigas-cortadeiras juntam-se ao desfile de coleta de alimentos, ecoando nas ruas do Brasil, onde a maior festa do planeta ganha vida no Carnaval do Rio, um clímax selvagem para os primeiros dois meses do ano.

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