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quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Clara Nunes tem trajetória contada em documentário exclusivo no Canal Curta!


Clara Nunes tem trajetória contada em documentário. (Imagem/Divulgação)
Depois de ser aclamado em festivais de cinema nacionais e internacionais, estreia com exclusividade no Curta!, na Segunda da Música, 5, às 22h20, o documentário “Clara Estrela”. Com direção de Susanna Lira e Rodrigo Alzuguir, o longa-metragem traz a vida e a obra de uma das principais intérpretes do país, Clara Nunes. A cantora narra sua própria trajetória, em primeira pessoa, através de entrevistas que concedeu a diversos programas de TV e rádio. Além do minucioso trabalho de pesquisa audiovisual, o filme oferecerá ao público a oportunidade de ouvir, ainda, os depoimentos da artista publicados em veículos impressos, através da narração da atriz Dira Paes. Entre os sucessos da cantora, falecida em 1983, estão “O mar serenou”, “Feira de Mangaio”, “Conto de Areia” e “Morena de Angola”. O filme foi produzido pela Modo Operante Produções, com financiamento do Fundo Setorial do Audiovisual (PRODAV 01/2013). 

A mobilidade urbana enxergada para além do deslocamento, vista como uma questão social e política. É essa a proposta da série documental "Mobilis", produzida com exclusividade para o Curta! e que estreia nesta Quarta, 7, às 19h. Ao longo de 13 episódios, a produção percorre mais de 900 km em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Belém para revelar como os movimentos de ir e vir nos diferentes meios de transporte urbanos apresentam várias formas de ver a cidade. Contando com depoimentos de especialistas, ativistas e cidadão comuns, além de pesquisas realizadas no Brasil e no exterior, “Mobilis” também propõe uma reflexão sobre a ocupação de espaços públicos e individuais e os cenários ideológicos, sociais, políticos e culturais existentes nos centros urbanos. A série é uma produção da Miração Filmes com financiamento do Fundo Setorial do Audiovisual, o FSA.

Ainda na Quarta de Cinema, 7, só que mais tarde, às 20h, a faixa “A Vida é Curta” da Quarta de Cinema, 10, às 20h, reverencia o cinema pernambucano. Para começar, o curta-metragem “Carnaval Inesquecível”, do diretor Pedro Severien. O filme apresenta versões distorcidas de figuras típicas do carnaval, como bonecos gigantes monstruosos, frentistas que abastecem os próprios corpos com gasolina, cachoeiras de urina e foliões embriagados, entre outros personagens. Depois é a vez do aclamado cineasta Kleber Mendonça Filho, realizador de “Eletrodoméstica”. Muito antes de lançar “Aquarius”, o diretor já tinha retratado o cotidiano da classe média brasileira neste curta que fala sobre o Brasil dos anos 1990. Encerrando a faixa, “Muro”, do diretor Tião. Rodado em uma comunidade chamada Conceição de Cima, distrito de Serra Talhada, o curta-metragem contou com 70 atores entre os moradores da região, tendo apenas uma única atriz profissional, Inaê Veríssimo. A experimentação rendeu o prêmio Regard Neuf, na Quinzena dos Realizadores, mostra paralela ao Festival de Cannes, em 2008.

Reiterando seu compromisso de abordar temas sociais relevantes, o Curta! exibe na Sexta da Sociedade, 9, os documentários “Fim do Silêncio” e “Mexeu Com Uma, Mexeu Com Todas”, que tratam sobre aborto e violência contra a mulher, respectivamente. No documentário “Fim do Silêncio”, que o Curta! exibe às 21h30m, a diretora Theresa Jessouroun traz depoimentos de mulheres, que falam abertamente, sem esconder rosto nem identidade, como e porque fizeram aborto. Produzido pela Fundação Oswaldo Cruz, a Fiocruz, o longa-metragem discute o aborto inseguro como um dos graves problemas para a saúde pública do Brasil. Depois, às 22h35, é a vez do documentário “Mexeu Com Uma, Mexeu Com Todas”, de Sandra Werneck. O filme aborda a violência contra a mulher com o objetivo de ser uma ferramenta de conscientização sobre a causa. O documentário joga luz nos casos de agressão, abuso e assédio sexual vividos por mulheres públicas e anônimas no Brasil. Entre as entrevistadas estão a modelo e atriz Luiza Brunnet, a nadadora Joanna Maranhão e a escritora Clara Averbuck e Maria da Penha, mulher que inspirou a criação da lei que leva seu nome e endureceu as penas de agressão a mulheres.


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