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quinta-feira, 29 de março de 2018

Canal Brasil exibe programação especial em homenagem aos 60 anos de Cazuza


Canal Brasil homenageia Cazuza com programação especial. (Imagem: Divulgação)
Intenso como todo ariano, Cazuza completaria 60 anos em abril. Para homenageá-lo, o Canal Brasil exibe uma programação especial na segunda, dia 02 de abril. A partir das 22h, vão ao ar em sequência o documentário "Barão Vermelho – Por que a Gente É Assim?", de Mini Kerti, e o longa-metragem "Cazuza – O Tempo Não Para", de Sandra Werneck e Walter Carvalho.

Para abrir a sessão, "Barão Vermelho – Por que a Gente É Assim?" remonta a história do Barão Vermelho a partir de depoimentos dos próprios membros nessa longa estrada de mais de 35 anos. A banda, que surgiu na cidade do Rio de Janeiro, na década de 80, trazia guitarras distorcidas, ritmos dançantes, letras poéticas e uma herança da boemia e malandragem cariocas. O roteiro lembra a formação original com Roberto Frejat (guitarra), Dé Palmeira (baixo), Maurício Barros (teclados) e Guto Goffi (bateria), a negativa de Léo Jaime para assumir o posto de vocalista e sua indicação do então promissor poeta e cantor Agenor de Miranda, o Cazuza. Os depoimentos são complementados por um rico material de acervo. Os artistas comentam a saída de Cazuza para carreira solo, a posterior morte do cantor, vítima da AIDS, e a nova posição de Frejat também como vocalista.

À 0h15, o Canal Brasil exibe "Cazuza – O Tempo Não Para". A vida louca e breve do rockeiro Cazuza é o foco da cinebiografia dirigida por Sandra Werneck em parceria com Walter Carvalho. A sede de liberdade permeava a trajetória de Cazuza (Daniel de Oliveira). Embalado por canções que marcaram uma geração, o longa-metragem acompanha a carreira do cantor e compositor, desde o encontro com o grupo Barão Vermelho até o precoce desfecho causado pela Aids, em 1990. Adepto da experimentação, o artista vivia intensamente. Sempre ao lado do filho, Lucinha Araújo (Marieta Severo) foi o pilar da resistência de Cazuza frente ao vírus HIV. Corajosamente, o músico encarou a doença e não abriu mão dos poucos prazeres que lhe restavam.


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