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Criolo e Nação Zumbi gravam versões de músicas de Jards Macalé em série exclusiva do Canal Curta!

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Jards Macalé nos bastidores da série “Os Ímpares”. (Imagem: Divulgação)
Em 1972, o cantor e compositor Jards Macalé lançou o seu segundo disco. O álbum, que levou o nome do artista, trazia 11 canções. Apesar do repertório original do artista então em ascensão, a efervescência musical da época fez com que o trabalho não ganhasse tanto destaque. Agora, 46 anos depois, Criolo e Nação Zumbi resgatam duas canções do disco e propõem versões inéditas com exclusividade para a série musical “Os Ímpares”. O resultado pode ser conferido no segundo episódio inédito da série, na Segunda da Música, 28, às 20h. Enquanto a banda Nação Zumbi é convidada para reler a canção “Revendo Amigos”, Criolo faz uma releitura de “78 Rotações”. Jards vai ao estúdio, acompanha a gravação de Criolo e conta um pouco da história do disco. 

Ao longo de 10 episódios, figuras de peso da música brasileira contemporânea como Criolo, BayanaSystem e Tulipa Ruiz irão realizar releituras inéditas de álbuns de Jards Macalé, Di Melo, Itamar Assumpção, Walter Franco, Jorge Mautner, Pedro Santos, Ronnie Von, Verocai, Marku Ribas e Sérgio Sampaio. Com direção de Henrique Alqualo e Isis Mello, direção musical de Berna Ceppas e realização da Lunar Multimídia e da Moa Filmes, “Os Ímpares” foi produzida através de financiamento pelo Fundo Setorial do Audiovisual da ANCINE.

Os segredos por trás das obras de mestres como Rembrandt, Leonardo da Vinci, Watteau, Raphael e Poussin são analisados por alguns dos mais importantes especialistas em arte do mundo na série “A História Oculta das Obras de Arte”, que estreia na Terça das Artes, dia 29, às 20h. Uma iniciativa do Museu do Louvre em Paris, a produção promoveu até mesmo a retirada das pinturas de suas molduras. No primeiro episódio, as obras de Leonardo da Vinci são vistas de perto e revelam as cicatrizes e idiossincrasias impressas pelo tempo.

A quinta e última parte do documentário “Imagens do Estado Novo 1937 – 1945”, novo filme do cineasta Eduardo Escorel que esmiúça um dos períodos cruciais da Era Vargas, é destaque dessa Sexta da Sociedade, dia 1º, às 23h. Em 1945 a luta por eleições diretas ganha força, e Vargas influencia o processo de redemocratização com a criação do PSD e do PTB. A oposição liberal se une na UDN. As massas urbanas são mobilizadas no “movimento queremista”. A nomeação do irmão de Vargas como chefe de polícia é vista como uma possível manobra para o cancelamento das eleições, e começa a ser articulado um golpe de Estado. Ameaçado de deposição, Getúlio renuncia, voltando ao poder pelo voto em 1950. O atentado ao seu adversário político Carlos Lacerda, em 1954, feito por membros da guarda pessoal de Vargas, cria uma grave crise institucional e uma pressão que leva o dirigente a cometer suicídio.

Na Quarta de Cinema, 30, às 23h35, estreia a série “Projeções”, uma produção do Itaú Cultural gentilmente cedida ao Curta! e que é destinada a tratar do mais recente cinema expandido brasileiro, em seus diferentes gêneros e formatos. Realizadores dão depoimentos em frente às suas obras projetadas, expondo seus processos de criação, desafios e conquistas. Neste primeiro episódio, o diretor Philippe Barcinski fala sobre transtornos e o manuseio do tempo nos curtas-metragens "Escada", "Palíndromo" e "Janela Aberta".

Também na Quarta de Cinema, às 20h, a faixa “A Vida é Curta” tem como tema central as festas de aniversário. Em “A Mão que Afaga”,  uma operadora de telemarketing planeja uma festa no aniversário de 9 anos de seu único filho, mas seus planos têm poucas chances de dar certo. Em seguida, em “Avós”, o menino Leo comemora seu décimo aniversário. De uma avó, ele ganha meias; da outra, cuecas. Do avô recebe um presente especial: uma velha câmera Super-8. “A Festa e os Cães” encerra a faixa. No filme, de Leonardo Mouramateus, o diretor compartilha uma memória afetiva poderosa e pessoal sobre um tempo de curtição, de emoções libertárias e festas no subúrbio de Fortaleza.

Na Sexta da Sociedade, dia 1º de junho, às 21h30, o destaque é o aclamado documentário "Piripkura". Vencedor do prêmio de Direitos Humanos no International Documentary Film Festival Amsterdam, o IDFA, e agraciado com o título de melhor documentário no Festival do Rio 2017, o longa revela a luta pela sobrevivência dos três últimos índios da tribo Piripkura, que vivem sob a ameaça de fazendeiros e madeireiras. Dirigido por Mariana Oliva, Renata Terra e Bruno Jorge, o filme retrata as expedições do servidor da FUNAI Jair Candor, que, desde 1989, acompanha e monitora esses índios com o objetivo de impedir a invasão da área. Financiado pelo Fundo Setorial do Audiovisual (PRODAV 02/2013), "Piripkura” foi produzido pela Zeza Filmes em associação com a Maria Farinha Filmes e a Grifa Filmes.




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