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Caminhos da Reportagem mostra os reflexos do incêndio do Museu Nacional para a pesquisa no Brasil

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(Imagem/Divulgação TV Brasil)
Passados 25 dias do incêndio que destruiu o Museu Nacional do Rio de Janeiro, o programa Caminhos da Reportagem mostra os efeitos da  tragédia para as pesquisas e estudos científicos no Brasil. O programa, que vai ao ar na quinta-feira, dia 27, às, 21h45, na TV Brasil, mostra ainda o desespero das pessoas ao se depararem com o fogo, o trabalho dos bombeiros e o problema da falta d´água na região. 

O incêndio no Museu Nacional do Rio de Janeiro, que ocorreu em 2 de setembro de 2018, destruiu, em poucas horas, parte da história brasileira. Fundada em 1818 por Dom João VI, a instituição reunia mais de 20 milhões de itens. As principais peças que estavam expostas, as de maior valor histórico, foram perdidas. 

Entre elas, estão os acervos de Berta Lutz, de Marechal Rondon e de Roquette Pinto. Um dos tesouros do museu, o fóssil mais antigo já encontrado na América, não resistiu ao fogo. Luzia, como tinha sido batizada pelo pesquisador Walter Neves, era um dos mais valiosos objetos da instituição.

Caminhos da Reportagem faz uma retrospectiva do incêndio e dos dias que sucederam a tragédia. Exibe também a ação dos funcionários para resgatar o que ainda não havia sido destruído. O programa faz um mergulho na história do museu e salienta que, além do rico acervo, a instituição era repleta de vida. 

Ligado à Universidade Federal do Rio de Janeiro, o local abrigava um respeitável centro de pesquisa científica onde mestres, doutores e alunos de diversas áreas, como antropologia, botânica e paleontologia, faziam importantes estudos. Alunos das escolas da região e, até mesmo, de outras cidades do país costumavam passear pelos corredores, impressionados com ossos de dinossauros e de outros animais do período.

Caminhos da Reportagem mostra ainda que a tragédia levou autoridades, pesquisadores e a população em geral a questionarem sobre a falta de recursos, não só para o Museu Nacional, mas para a cultura brasileira. O programa relembra outras tragédias semelhantes, com as que ocorreram no Museu de Arte Moderna do Rio, em 1978, e a do Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, em 2015. 




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