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"Um olhar sobre o mundo" da TV Brasil fala sobre a sonda que vai para o Sol

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(Imagem/Divulgação TV Brasil)
Durante os cerca de 30 minutos em que o programa Um olhar sobre o mundo da próxima segunda-feira, dia 10, estiver no ar pela TV Brasil, a sonda norte-americana Parker avançará cerca de 350 mil quilômetros, quase a distância entre a Terra e a Lua. Este e outros dados impressionantes sobre a sonda disparada de Cabo Canaveral, nos Estados Unidos, em direção ao sol no último dia 12 de agosto, serão debatidos pelo jornalista Moisés Rabinovici e pelo cientista André Gradvohl, membro sênior do IEEE, Institute of Electrical and Electronics Engineers, e professor da UNICAMP, com pós-doutorado em Paris. Um olhar sobre o mundo vai ao ar às 21h45, na segunda, dia 10, na TV Brasil

O professor Gradvohl explica no programa que o lançamento da Parker representa uma revolução nas pesquisas sobre o Sol porque ao viajar durante os próximos sete anos até um ponto  próximo da estrela, ela coletará uma massa de informações tão grande que permitirá um fantástico avanço no conhecimento sobre os ventos solares.

Como se sabe, as informações sobre os efeitos dos ventos solares são importantes tanto para a vida no espaço quanto para o clima da Terra. Podem também, entre outros efeitos, interferir nas telecomunicações e no funcionamento dos satélites. A partir das informações que serão colhidas pela Parker, os cientistas terão como fazer previsões com maior antecedência e mais precisão sobre os reflexos dos ventos solares.

Como conta o pesquisador, para se proteger do calor intenso que enfrentará durante a viagem, a sonda tem uma proteção de carbono e de outros materiais que evitam a combustão e a danificação dos equipamentos que estão embarcados. Gradvohl também explica que o vento solar é constituído de partículas e não interferirá na trajetória da sonda. Esses ventos solares atravessarão a Parker, que continuará rumo ao Sol a 700 mil quilômetros por hora com a ajuda da gravidade de Vênus, que a impulsionará até ultrapassar o corpo de gases que envolvem o Sol. Nessa posição, a sonda permitirá que se estude a superfície do Sol, como nunca foi feito anteriormente.  




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