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Diogo Nogueira recebe dupla Prettos no Samba na Gamboa desta sexta na TV Brasil

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Imagem/Divulgação TV Brasil
Os irmãos Magnu Sousá e Maurílio de Oliveira são os convidados de Diogo Nogueira na décima edição inédita da sétima temporada do programa Samba na Gamboa que a TV Brasil exibe nesta sexta (2), às 21h45.
Há 20 anos na estrada, os artistas formam a dupla Prettos. No bate-papo com o apresentador, eles recordam o período em que tocavam nas turnês pelo país de grandes bambas como Beth Carvalho, Almir Guineto, Dona Ivone Lara e Elton Medeiros. Os sambistas falam sobre o início da carreira solo e destacam o sucesso do Quinteto em Branco e Preto, grupo que integraram.
Eles intercalam histórias engraçadas com boa música. No repertório, composições como "Sempre acesa", "Saudade", "Novo viver", "Deixa cair", "Marabaixo", "Xequerê" e "Kizomba". Magnu Sousá e Maurílio de Oliveira comentam o álbum "Essência da origem" que mostra a versatilidade do gênero. O disco atraiu elogios por oxigenar as tradições do samba com ousadias, como som de berrante e a influência do tambor de crioula.
Filhos de artistas, hoje os músicos surpreendem público e crítica com uma visão plural do samba. Suas canções flertam com o pop, o baião, o hip hop, o rock e são uma grande celebração da diversidade cultural brasileira.  
Conquista de espaço durante a trajetória
Magnu Sousá e Maurílio de Oliveira são cantores, instrumentistas, produtores, atores e compositores. Em 2014, formaram a dupla Prettos depois do fim do grupo Quinteto em Branco e Preto, que obteve imenso sucesso com álbuns como "Quinteto" (2012) e "Comunidade Samba da Vela" (2012).
Os artistas foram ganhadores do 24º Prêmio da Música Brasileira. À época, eles se uniram a um grupo de amigos que frequentavam o mesmo bar no Bexiga, em São Paulo. Com o sucesso, passaram a fazer shows em vários lugares do mundo. 
No ano 2000, junto com alguns bambas, os irmãos fundaram a Comunidade Samba da Vela que acabou se tornando um importante movimento artístico e cultural. Eles se lembram do tempo em que criaram uma roda de samba num pequeno espaço no bairro Santo Amaro.
O movimento foi crescendo e se tornou símbolo de resistência e inclusão social.  A ideia era criar uma roda de samba ao estilo antigo e de repente virou um celeiro de músicos, talentos e atraiu gente que amava samba de toda a cidade.
Durante a conversa com Diogo Nogueira, os músicos relembram momentos importantes da carreira como as canções gravadas por grandes nomes da MPB, como as cantoras Beth Carvalho, Alcione e Maria Rita. São mais de 100 composições na bagagem.
Os irmãos também relembram hits como "Deixa Cair" e "Sem marcas de dor", canções importantes na carreira, feitas nos anos 1990, mas que eles mesmos não tiveram oportunidade de gravar à época.

Realizações recentes da carreira
Os Prettos passaram por todas as fases da trajetória de um artista do samba, acompanhando feras como Beth Carvalho, como compositores, integrando seu grupo musical. Ano passado, eles conseguiram gravar o primeiro álbum dos Prettos, o disco "Essência da Origem".
Em 2016, tiveram sucesso ao produzir o espetáculo "Pelo Telefone - na Linha do Tempo do Samba" em que homenageavam o centenário do gênero. Também integraram o projeto "Século do Samba" que teve participação de bambas como Leci Brandão, Monarco, Nei Lopes, Pedro Luis, Jards Macalé, João Martins e Tantinho da Mangueira.
Agora em 2018, ao lado de Emicida, os Prettos fizeram uma homenagem à cantora Clementina de Jesus com o espetáculo "Obrigado Clementina". A saudosa sambista, que fez história no gênero, faleceu há mais de 30 anos. 




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