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Canal Brasil homenageia Serguei com a exibição de dois documentários em sequência

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No dia 18 de dezembro, o Canal Brasil presta homenagem ao roqueiro Serguei e exibe um especial com dois documentários sobre o artista. A partir das 17h45, vão ao ar em sequência o curta “Serguei Íntimo”, de Luciana Cavalcanti, e o longa “Serguei – O Último Psicodélico”, de Ching Lee e Zahy Tata Pur'gte.

SERGUEI ÍNTIMO (2014) (16’)
ESTREIA
Horário: terça, dia 18/12, às 17h45
Classificação: 12 anos
Direção: Luciana Cavalcanti

Sinopse: A cineasta Luciana Cavalcanti invade o Templo do Rock, a curiosa residência do rockeiro Serguei em Saquarema, no estado do Rio de Janeiro, para celebrar os 80 anos do cantor e produzir este curta-metragem em sua homenagem. O filme adentra o espaço, repleto de intervenções artísticas como quadros e fotografias guardados ao longo da carreira do protagonista, para conduzir um bate-papo intimista com o aniversariante – personalidade transgressora e irreverente da música brasileira. Íntimo das câmeras, como sugere o título, o entrevistado resgata momentos de sua trajetória, fala da saudade do convívio com amigos já falecidos – com destaque para a amizade com a cantora americana Janis Joplin – e a chegada da terceira idade.

SERGUEI – O ÚLTIMO PSICODÉLICO (2016) (103’)
INÉDITO e EXCLUSIVO
Horário: terça, dia 18/12, às 18h
Classificação: 14 anos
Direção: Ching Lee e Zahy Tata Pur'gte

Sinopse: Aos 83 anos, Sérgio Augusto Bustamante, popularmente como Serguei, é um dos personagens mais irreverentes e transgressores da história do rock brasileiro. Esse ícone da música nacional ganha uma homenagem, dirigida por Ching Lee e Zahy Tata Pur'gte, no mesmo moldes de sua carreira: irreverente, excêntrica e repleta de fãs e famosos que reverenciam sua trajetória. O documentário passeia pela biografia de Serguei, intercalando depoimentos do protagonista, entrevistas com grandes nomes da música nacional e muitas imagens de acervo de shows e entrevistas concedidas pelo rockeiro ao longo da carreira. Serguei fala da audácia de se assumir homossexual em plena ditadura militar, os encontros lisérgicos com Janis Joplin e Jimi Hendrix, os ideais hippies de amor livre e contra a opressão do governo, a relação de carinho e admiração pelos pais e a entrada na terceira idade. Comentários de artistas como Alcione, Ney Matogrosso, Tico Santa Cruz, Frejat, Angela Ro Ro e Erasmo Carlos reforçam a relevância de seu comportamento libertário e alguns curiosos episódios vividos ao lado do homenageado. Ao fim, uma verdadeira ode a uma personalidade revolucionária e anárquica, completamente alheia aos padrões sociais.