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O romantismo de Michael Sullivan e o samba-rock de Bebeto estão na série História das Canções

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A série História das Canções desta segunda-feira, dia 14, conta a trajetória de dois ícones da música brasileira: Michael Sullivan e Bebeto. Serão exibidos dois episódios da série. No primeiro episódio, que vai ao ar à meia-noite e 45 minutos (0h45), na TV Brasil, Michael Sullivan conta passagens de sua vida pessoal e carreira profissional. No segundo episódio, que começa à 1h45, o cantor Bebeto mostra seu gingado e o samba-rock. 

Além da entrevista com os músicos, História das Canções traz a performance musical exclusiva dos hitmakers que recordam suas obras ao lado de convidados especiais. No primeiro episódio, o pernambucano Michael Sullivan conta que se espelhou em Luiz Gonzaga para seguir a carreira artística. Autor de mais de 1400 músicas gravadas, o artista navega entre o pop, romântico, soul e o infantil.

Com seu violão, o compositor recorda as motivações, as inspirações e as curiosidades por trás de sucessos como “Whisky a go go”, “Um Dia de Domingo”; “Me Dê Motivo”; “My Life”; “Amor Perfeito” e “Lua de Cristal”. Para Sullivan, as obras não são necessariamente reconhecidas imediatamente. “Quem diz é o tempo o valor das canções”, observa o cantor. 

Michael Sullivan também fala sobre as composições infantis que marcaram época nos anos 1980, como as canções do Trem da Criança e da Rainha dos Baixinhos. “Eu tenho mais de cem músicas gravadas com a Xuxa, mas tem uma que é especial e foi feita para um filme. Ela pediu a música principal e nós fizemos 'Lua de Cristal' e o filme ganhou esse título”, conta Sullivan.

Representante do gênero samba-rock, Bebeto é o protagonista do segundo episódio da série. Autor de músicas marcadas pelo suingue, ele mostra todo o gingado do paulista que adotou o Rio de Janeiro há mais de 30 anos. Sucesso nos anos 70, o artista fala do seu estilo musical que voltou a ficar em evidência depois do ano 2000. Com Gabriel Moura e João Sabiá, Bebeto canta e relembra momentos marcantes da trajetória.

Gabriel Moura lembra que, na adolescência, ouvia as músicas do Bebeto, especialmente “Minha Preta”, declarando como ele o influenciou no modo como toca e como compõe.

João Sabiá revela que o repertório de Bebeto sempre fez parte da sua vida pessoal e profissional. E conta ainda o inusitado episódio em que conheceu Bebeto pessoalmente e foi surpreendido pela simplicidade do ídolo. Eles cantam juntos “Morte da Sandália de Couro”.

Conhecido como rei dos bailes, Bebeto garante que nunca fez bailes. De acordo com o próprio, ele fazia shows dentro dos bailes, mas não era atração principal. Como a música que fazia era dançante, surgiram os rótulos de “rei do suingue”, “rei do samba-rock”. “No início não gostava muito”, confessa o artista, que hoje recebe o título com gratidão, após 39 discos gravados. Com grande quantidade de shows pelo país, Bebeto atrai um público jovem que redescobriu sua obra pela Internet.




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