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Arnaldo Cézar Coelho é o convidado do 'Grande Círculo' do SporTV

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Divulgação SporTV/ Renato Pizzutto
Ele participou de duas Copas do Mundo como juiz e de outras oito como comentarista de arbitragem da Globo. Foi o primeiro árbitro brasileiro a apitar uma final do Mundial em 1982. É respeitado no mundo inteiro e ainda criou bordões tão conhecidos quanto ele. A regra é clara: o empresário, ex-árbitro e ex-comentarista Arnaldo Cézar Coelho é o convidado de Milton Leite no ‘Grande Círculo’, que o SporTV exibe neste sábado, dia 31, às 23h45.  Também participam da sabatina o ex-jogador e comentarista Casagrande,o narrador Cléber Machado, os jornalistas Marcos Uchôa, Marco Antônio Rodrigues e Maurício Stycer e o ex-árbitro e comentarista Paulo César de Oliveira.

Arnaldo fala sobre a experiência de ter sido o primeiro árbitro brasileiro e apitar uma final de Copa do Mundo, entre Itália e Alemanha, em 1982. “Quanto maior a responsabilidade, mais você fica atento, mais você capricha, mais você quer que dê tudo certo. Quanto mais lotado está o estádio, melhor, porque você tem que trabalhar sob pressão. E trabalhar com o estádio vazio não é legal. Quando eu fui apitar a Copa do Mundo, eu senti a responsabilidade, mas ao mesmo tempo, sabia que era fruto da minha carreira”, lembra, com carinho. Ele levou a bola da final para a gravação e explica aos companheiros como conseguiu que os jogadores que disputaram essa partida a autografassem 25 anos depois.

Formado em Educação Física, Arnaldo conta como a arbitragem entrou em sua vida e em quem se espelhou no início da carreira. Também não foge do assunto quando é convidado a falar sobre o VAR, o árbitro de vídeo, que passou a ser usado no Brasil com o objetivo de auxiliar o árbitro de campo. Resistente à novidade, apesar de ser a favor da tecnologia, Arnaldo diz que hoje a responsabilidade da partida, que antes era integralmente do árbitro de campo, está sendo transferida para o VAR. E acredita que, mesmo com a chegada do árbitro de vídeo, a missão do comentarista de arbitragem, de explicar didaticamente o que está acontecendo no campo, continua sendo muito necessária.  Parceiro de trabalho de Arnaldo por quase 30 anos na televisão, o narrador Galvão Bueno não pode participar da entrevista, mas fez questão de enviar por vídeo a sua pergunta.