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Exposição artística, teatro, samba e saúde pautam o Sem Censura desta segunda na TV Brasil

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Divulgação TV Brasil
O Sem Censura que vai ao ar nesta segunda-feira (16), ao vivo, às 17h, na TV Brasil, recebe convidados para bater um papo sobre exposição artística, teatro, samba e saúde. Entre eles está Roberto Padilla, produtor executivo responsável por trazer ao Brasil a mostra “Man Ray em Paris”, em cartaz até 28 de outubro em São Paulo.

É a primeira vez que 255 obras de Man Ray (1890-1976) são apresentadas ao público brasileiro. São objetos, vídeos e fotografias de tamanhos variados, produzidos durante os anos em que o artista norte-americano viveu em Paris, entre 1921 e 1940, considerado seu período de maior efervescência criativa.

Pintor, fotógrafo, cineasta e escultor, Man Ray foi um dos grandes expoentes de movimentos de vanguarda como o Dadaísmo e o Surrealismo. É conhecido por explorar a fotografia e elevá-la ao patamar de arte.

Ainda no programa desta sexta, a atriz e dramaturga Cristina Fagundes conversa com os apresentadores Katy Navarro e Bruno Barros sobre o monólogo “Eu, mãe”. Encenado, escrito e dirigido por Cristina, o espetáculo, em cartaz no Rio de Janeiro, traz à tona questões ligadas à maternidade. O inusitado é que, ao mesmo tempo em que compartilha com o público suas experiências e reflexões, a atriz registra as sessões para suas duas filhas, através de uma câmera, de modo que, no futuro, elas assistam e entendam como a mãe se sentia aos 43 anos.

O ginecologista Marco Aurelio Pinho de Oliveira, chefe do ambulatório de endometriose do Hospital Universitário Pedro Ernesto, no Rio, também está entre os convidados. Ele é um dos primeiros brasileiros a receber o certificado para realização de cirurgia ginecológica com o uso de robôs. Em abril deste ano, Marco Aurelio e sua equipe fizeram a primeira cirurgia robótica ginecológica no país em hospital público usando a plataforma Xi (robô mais moderno no mundo hoje).

E para falar de samba, o Sem Censura traz Patrícia Rodrigues, idealizadora do Movimento das Mulheres Sambistas do Rio de Janeiro e integrante do grupo Moça Prosa. Ela conta como surgiu o movimento, seus objetivos e fala sobre representatividade feminina no samba.