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Tudo o que você sempre quis saber sobre Libertadores Feminina no DAZN

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Reprodução
A CONMEBOL Libertadores Feminina já começou e o DAZN, primeiro serviço de streaming de esportes ao vivo e sob demanda do mundo e transmissora oficial exclusiva do torneio no Brasil, reuniu diversas curiosidades e informações que muitos se perguntam sobre a maior competição de clubes do continente.

O Brasil é representado pelo Corinthians que entra em campo nesta quinta-feira contra o América de Cali, às 19h, após estrear com vitória de 3x1 contra o Nañas. A atual campeã brasileira, Ferroviária já garantiu a classificação para próxima fase depois de bater o Mundo Futuro por 10x1 e o Estudiantes Caras por 4x1.

Datas e Local

A competição é disputada em Quito, no Equador, com início na última sexta, 11 de outubro, e final no dia 28 de outubro, domingo, dia da grande final e disputa de terceiro lugar.

Estádios

Os jogos são disputados em dois estádios. O Estádio Olímpico Atahualpa, que tem capacidade para 35.742 pessoas e abriga jogos da Seleção Equatoriana de Futebol, além de outros clubes da cidade, e o Estádio Casablanca, que tem capacidade para 41.596 pessoas e tem como dono e administrador a LDU de Quito.

Formato

A competição chega a sua 10 edição e em 2019 seu formato foi alterado em relação à edição de 2018, apresentando pela primeira vez dezesseis equipes classificadas. São quatro grupos com quatro times, onde os dois melhores de cada grupo se classificam para a fase mata-mata com quartas de final, semifinal e final.

Participantes

Na edição de 2019 os campeões de cada uma das dez associações da CONMEBOL garantiram vaga na competição, além de uma equipe adicional de cada um dos países que já tiveram times campeões da Libertadores Feminina até 2018. Completa a lista o campeão da Libertadores Feminina de 2018 e o vice-campeão do país sede (Equador).

Corinthians

Campeão em 2017, na época ainda como Corinthians/Audax, o clube disputa pela primeira vez a competição sem nenhuma parceria. Considerado um dos favoritos no torneio, o clube possui um time com jogadoras experientes, com passagens pela seleção brasileira, além de remanescentes do título de 2017. Conta ainda com a força de seu técnico Arthur Elias, que também estava presente em 2017. Ao todo o Corinthians conta com sete remanescentes do título de 2017 inscritas na edição atual.

Campeão do Brasileiro de 2018, na temporada de 2019 foi vice-campeão do Brasileiro e está na final do Campeonato Paulista. Recentemente bateu o recorde mundial ao vencer 34 jogos seguidos.

Ferroviária

Atual campeã brasileira, a Ferroviária é uma das potências do futebol feminino brasileiro, além de já ter sido campeã da competição em 2015. É a única equipe bicampeã do Campeonato Brasileiro feminino, mostrando a força do time de Araraquara. Sua técnica Tatiele Silveira se sagrou nesse ano como a primeira técnica a ser campeã do torneio, que existe desde 2013.

No time atual, a meia Aline Milene figura frequentemente as convocações para a seleção brasileira. Além disso, o elenco é formado por jogadoras experientes e que possuem títulos expressivos no futebol.

Rivalidade brasileira

Corinthians e Ferroviária hoje são uma das principais rivalidades do futebol feminino brasileiro. Recentemente, decidiram vaga na final do Campeonato Paulista e a grade final do Campeonato Brasileiro. As alvinegras conquistaram a vaga na final do paulista que será disputada em novembro, já o time grená levantou a taça do campeonato brasileiro.
  • Campeonato Paulista
  • Ferroviária 0x4 Corinthians
  • Corinthians 5x1 Ferroviária
  • Campeonato Brasileiro
  • Ferroviária 1x1 Corinthians
  • Corinthians 0x0 Ferroviária (2x4 nos pênaltis)
Edições

A competição chega a sua edição de número dez, com sete delas sendo disputadas no Brasil (2009, 10, 11, 12, 13, 14 e 18), e outras três divididas entre Colômbia (2015), Uruguai (2016) e Paraguai (2017). Essa é a primeira vez que a sede é no Equador.

Campeãs

O atual campeão da competição é o colombiano Atlético Huila, que bateu o Santos na final nos pênaltis em 2018. Foi o primeiro título da Libertadores do clube e também o primeiro da Colômbia.

Os maiores vencedores da competição são os times brasileiros, com sete títulos conquistados, distribuídos entre São José (3), Santos (2), Ferroviária e Audax/Corinthians. O Chile possui um título com o Colo-Colo, o Paraguai um título com o Sportivo Limpeño, além da Colômbia com o Atlético Huila.

Confirmando o favoritismo do país, desde o início da disputa da competição, apenas em 2016, no Uruguai, uma final não contou com a presença de um clube brasileiro. Na ocasião, o título foi disputado entre Sportivo Limpeño do Paraguai e Estudiantes de Guárico do Equador.

Nas sete edições disputadas no Brasil, apenas dois clubes fora do país conseguiram desbancar os times brasileiros em seus domínios. Em 2012 o Colo-Colo venceu o Foz Cataratas em Pernambuco e em 2018, o Atlético Huila desbancou o Santos em Manaus.

Artilharias

A atacante Cristiane é a maior artilheira da competição em uma mesma edição e em sua história. Em 2009 pelo estrelado Santos, a jogadora marcou 15 gols e conduziu o time ao título em parceria com a seis vezes melhor do Mundo Marta. Somando suas participações, a jogadora marcou um total de 30 gols, sendo a líder no quesito.

Desde sua primeira edição a Copa Libertadores Feminina reuniu grandes craques como Cristiane, Marta, Maurine, Formiga, Andressa Alves, Debinha, entre outras.

Andressa Alves, hoje jogadora da seleção brasileira e do Roma, também já foi artilheira de uma edição da Libertadores com 6 gols em 2014, sagrando-se campeã com o São José.

Amanda Brunner (Audax/Corinthians) e Brena (Santos) são as outras brasileiras que já foram artilheiras da competição, ambas com 4 gols.