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Visceral Brasil de sexta apresenta canto tradicional de Alagoas

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Divulgação TV Brasil
Na noite de sexta (1º) para sábado, à meia-noite, a TV Brasil exibe o 12º episódio da série Visceral Brasil – As Veias Abertas da Música, um registro das chamadas “Destaladeiras de Fumo de Arapiraca.”

Com cerca de 250 mil habitantes, Arapiraca (AL) celebra hoje, 30 de outubro, seus 95 anos de emancipação política.  E o Visceral Brasil remonta aos tempos em que o fumo – então apelidado de “ouro verde” – movia a economia do município, do final do séc. XIX ao final do séc. XX, quando a cidade chegou a ser chamada de “Capital Brasileira do Fumo.”

Ao retirar os talos das folhas de fumo por elas coletadas, as mulheres cantavam juntas, expressando em letras simples o lamento nordestino. As canções, compostas em geral por refrões de quatro versos, inspiravam-se no improviso dos emboladores, violeiros e cordelistas, que também dividiam seus atos em quatro versos.

Hoje, a fumicultura está longe de ser a principal atividade econômica de Arapiraca. Contudo, a tradição da cantoria se mantém, principalmente, na voz de mulheres que temperam com amor esses cantos de trabalho ancestrais.

A segunda temporada do Visceral Brasil - As Veias Abertas da Música registra a diversidade e a pluralidade da sonoridade da música brasileira de raiz, com seus Mestres e grupos, origem e base da música popular brasileira.

Com 13 episódios de 26 minutos, a série documental vai de norte a sul do país conhecer grandes personalidades que produzem conteúdo em ritmos e estilos diversos. Esses representantes são a essência da arte regional e ajudam a montar o mosaico da cultura musical no Brasil. Os episódios da série revelam o ambiente de formação de cada artista, seu histórico de vida, suas relações com o lugar e as pessoas que os cercam.

Visceral Brasil tem direção, roteiro e produção assinados pela documentarista Marcia Paraiso, curadoria de Carla Joner e produção executiva de Ralf Tambke e Helio Levcovitz.