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Paralelo 30: Série de comédia debate conflitos da juventude universitária

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Divulgação PBB
A chegada de uma intercambista espanhola muda a rotina de uma república universitária na nova série de TV 'Paralelo 30'. A comédia estreia no dia 3 de dezembro, às 20h30, no canal por assinatura Prime Box Brazil e traz as situações hilárias, inusitadas e, por vezes, dramáticas que se desenvolvem com a chegada da novata.

Criada por Frederico Ruas e Leo Garcia, com produção da Panda Filmes, ‘Paralelo 30’ aborda o cotidiano de jovens adultos que vivem em grandes centros urbanos. Suas incertezas, divergências políticas, busca por afirmação profissional, sexualidade, influência da tecnologia nas relações, diferenças culturais e o amadurecimento que envolve tudo isso.

Os personagens centrais da trama são a espanhola Montse (interpretada pela atriz Alessandra Bier) que sonhava com o Rio de Janeiro, mas sem saber acaba parando no Rio Grande do Sul; os irmãos com visões totalmente diferentes de mundo Calzone (Diogo Verardi) e Dodô (Rodolfo Ruscheinsky). Val (Gabriela Poester) é uma jovem vinda da Paraíba; Tina (Hayline Vitória) tenta ser uma artista contemporânea, mas não é levada a sério; e Geraldo (Walney Costa), cinquentão biruta que não mora na república, mas está sempre por lá. Seja a convivência entre eles fácil ou não, o fato é que estarem um ao lado do outro todos os dias é o que torna esta fase de suas vidas, no mínimo, mais divertida. 

Filmada em Porto Alegre, a série tem a cidade como um personagem importante, pois as tramas apresentam uma visão irônica e realista sobre a capital dos gaúchos. Uma cidade violenta, provinciana, sem atrações turísticas, mas que apesar dos pesares ainda mantém seu encanto — seja por seus bairros com identidades próprias, por uma efervescência cultural e política, e muito por conta das pessoas interessantes que nela habitam.

Porto Alegre é a capital brasileira cortada pelo paralelo no 30º grau sul do plano equatorial terrestre. O nome da série busca promover uma identidade regional ao mesmo tempo em que situa a sua origem. “Estamos num lugar específico e não escondemos isso. Mas ao mesmo tempo também é um lugar qualquer do mundo, nem melhor nem pior que qualquer outro. Tem suas belezas e seus problemas. Tolstói dizia que para ser universal precisamos falar de nossa aldeia”, comenta Frederico Ruas, diretor da série.