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No Mundo da Bola recebe Sebastião Lazaroni para analisar times de base

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Divulgação TV Brasil
Neste domingo (26), ao vivo, excepcionalmente às 20h, na TV Brasil, o programa No Mundo da Bola debate a utilização dos jogadores da base dos clubes no time principal durante os campeonatos estaduais disputados nesse início de temporada do futebol brasileiro.

Para conversar sobre o assunto, o apresentador Sergio do Bocage e o comentarista titular Marcio Guedes recebem o ex-técnico Sebastião Lazaroni e o jornalista Marcos Rocha no estúdio da emissora pública.

A atração esportiva aproveita o tema para abordar as decisões de duas das mais importantes competições de base do país: a Copa Santiago de Futebol Juvenil e a Copa São Paulo de Futebol Júnior, campeonatos que já revelaram diversos craques de talento.

Campeonato sub-17 exibido pela TV Brasil direto do Rio Grande do Sul, em parceria com a TVE/RS, a Copa Santiago tem a final transmitida na manhã deste domingo a partir de 10h, com reexibição às 21h, logo após o No Mundo da Bola. Já a Copa São Paulo de Futebol Júnior, é um tradicional torneio sub-20 que terminou sábado com decisão no Pacaembu.

Na mesa redonda, os analistas discutem a participação dos atletas de base como titulares dos elencos dos clubes nacionais durante a disputa dos campeonatos estaduais. A iniciativa, realizada há anos pelo Athético/PR, agora também acontece em equipes como o Flamengo, cujos astros que jogaram o Mundial de Clubes estavam de férias, e no Vasco, por exemplo.

Histórias da arbitragem com Arnaldo Cézar Coelho

Essa edição do programa No Mundo da Bola apresenta a última parte da entrevista exclusiva do jornalista Sergio du Bocage com o ex-árbitro Arnaldo Cézar Coelho para a série especial "No Álbum da Bola".

O convidado conta histórias da longeva carreira nos gramados e também como comentarista de arbitragem. Arnaldo Cezar Coelho recorda alguns dos contratempos que enfrentou em estádios no Brasil e no exterior.

Não foram poucas as vezes em que o ex-árbitro precisou sair do estádio em um camburão da polícia. Ele lembra que no interior de São Paulo era difícil de apitar, pois o time da casa "tinha de ganhar", mas pela frente os adversários eram fortes, como o Santos de Pelé e o Corinthians, de Rivellino.

Bem-humorado, Arnaldo ainda ressalva que, depois de entrar na caçamba do camburão, tinha de aguentar as muitas curvas acentuadas que o carro fazia, "afinal o motorista era da cidade!". E revela que o hoje locutor Sílvio Luiz, na época bandeirinha, era conhecido com o "Rei do Camburão", tantas foram as vezes em que saiu do estádio com a polícia.

Segundo Arnaldo, até no aeroporto ele já enfrentou problemas, com passageiros. E encerra com mais uma história - o dia em que foi preso no Paraguai, por encerrar um jogo por falta de segurança. Hoje, porém, ele é muito bem tratado no país vizinho.

No último episódio da entrevista para Sergio du Bocage, Arnaldo Cezar Coelho garante que a arbitragem foi uma atividade que o divertiu. Ele não considerava como um trabalho e lembra que começou na função, ainda na praia, porque gostava de futebol.

Arnaldo destaca que, graças ao futebol, se formou em Educação Física, entrou para o mercado financeiro e se tornou empresário e, mais recentemente, atuou como comentarista de arbitragem.

Aos 76 anos, garante que ainda leva uma vida intensa. Arnaldo conta histórias curiosas que presenciou em campo, como a matada de pedra de Maradona e das discussões que havia em campo entre os jogadores. No passado, o cigarro era normal nos vestiários e tinha árbitro que entrava em campo fumando.

Os momentos com Pelé, dentro e fora de campo, também são lembrados por Arnaldo, que revela, ainda, estratégias dos jogadores para o criticarem durante os jogos. Ele encerra respondendo à pergunta: pode isso, Arnaldo?