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Programa Especial lembra Dia do Trabalho e homenageia profissionais do esporte

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Divulgação TV Brasil
A edição inédita do Programa Especial deste sábado (2), que a TV Brasil exibe às 9h30, é dedicada ao Dia do Trabalho e homenageia os profissionais do esporte que contribuem para o aprimoramento e a superação de atletas paralímpicos.

Neste episódio, Fernanda Honorato, primeira repórter com Síndrome de Down do país, entrevista o engenheiro biomédico especializado em órtese e prótese, Mario Carvalho. Ele  explica o efeito do seu trabalho no desempenho do atleta paralímpico.

“A prótese visa substituir um membro que está faltando, então, ela é um componente que normalmente encaixa no corpo do atleta e permite a ele ter o equilíbrio, impulsão ou alguma função que falta a ele. A órtese visa aumentar a função de um membro que já existe. Então, ela vai estabilizar uma mão, estabilizar um cotovelo, ela vai estabilizar um joelho que está com algum tipo de insuficiência”, destaca o engenheiro.

Já a técnica de natação paralímpica Livia Prates fala dos principais desafios no trabalho de treinadora. Livia acredita que a maior dificuldade é criar um treino específico para cada atleta, de modo que, mesmo que ele pratique junto com outras pessoas, atinja o melhor resultado possível para seu tipo de deficiência.

“A natação paralímpica me apaixonou, porque eu acho que ela é a mais inclusiva de todas as modalidades. Então, dentro da natação, hoje, nós temos 14 classes de deficiência. Dia após dia surge uma síndrome nova, uma deficiência nova. Um não é igual ao outro, eu tenho quatro atletas da classe S7 com deficiências distintas”, esclarece a técnica.

Ainda durante o programa, o nutricionista do Comitê Paralímpico Brasileiro Alex Whitaker, que é paraplégico, comenta sobre a importância da alimentação no desempenho do paratleta:  “O maior desafio é mostrar o quanto é fundamental a alimentação tanto quanto o treinamento. Eles, muitas vezes, em um fim de semana, podem estragar a alimentação inteira da semana”.

A atração conta também com uma entrevista do educador físico Victor Sampaio, que tem mobilidade reduzida na perna e no braço direitos. Ele conta o porquê de ter seguido a carreira após um acidente de moto. 

"Antes do meu acidente tinha feito inscrição na faculdade de Educação Física. Eu fiz a inscrição em uma terça-feira, caí de moto na quinta-feira, e aí tive que adiar esse sonho. Mas depois fiz a faculdade e virou uma meta na minha vida ser um educador físico”, lembra Victor.