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Cecília mente para Sebastião e encontra Libério em 'Novo Mundo'

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Divulgação Globo/João Miguel Júnior ​
Nos últimos capítulos da novela, Libério (Felipe Silcler) pediu Cecília (Isabella Dragão) em namoro. A jovem aceitou de pronto, mas não revelou ao jornalista que seu pai é o representante das Cortes Portuguesas e comerciante de escravizados, Sebastião Quirino Plácido (Roberto Cordovani).

Diara (Sheron Menezzes) chega a alertar a jovem sobre o perigo de manter o relacionamento às escondidas, mas Cecília teme a reação de Libério ao saber a verdade. Nos próximos capítulos da trama, além de precisar guardar esse segredo, ela terá que encontrar formas de despistar o pai para poder sair de casa, sem ser vigiada por Matias (Renan Monteiro), e ir ao encontro do namorado. Para isso, falsifica um documento do convento, onde passou anos em internato, e faz o pai acreditar que a Madre solicitou sua presença no local para ajudar com ações. Nos dias autorizados por Sebastião, ela aproveita a oportunidade e visita Libério na sede do jornal.
Novo Mundo’ é escrita por Thereza Falcão e Alessandro Marson, com Duba Elia, João Brandão e Renê Belmonte e tem direção artística de Vinícius Coimbra e direção de André Câmara, João Paulo Jabur, Bruno Safadi, Guto de Arruda Botelho e Pedro Brenelli.
ENTREVISTA COM FELIPE SILCLER
Como recebeu a notícia da volta da novela?
Vários amigos começaram a me mandar mensagens dizendo que eu estaria em dois horários na programação da Globo, pois duas novelas que eu fiz seriam reprisadas por conta da quarentena, sendo uma delas ‘Novo Mundo’. De cara não acreditei muito, mas depois comecei a ver em vários lugares da mídia, até que saiu a confirmação oficial da Globo. Amei a notícia. Achei genial a novela ter sido escolhida para esta edição especial. É uma novela que foi muito bem recebida pelo público e até hoje as pessoas me param na rua para falar sobre o meu personagem. E como vai ter a continuação com a novela ‘Nos Tempos do Imperador’, acho que foi um encaixe perfeito.
Fale um pouco sobre o personagem.
É uma novela que marcou muito a minha carreira. Foi um personagem que sem dúvidas veio de presente pra mim. Foi o mais importante que vivi na televisão até hoje. Tive um retorno positivo do público e de crítica muito grande.
Qual cena gostaria de rever?
Estou louco para rever toda a sequência em que o Libério é pego pelo Sebastião e perde sua liberdade se tornando um negro escravizado. A cena em que Libério aparece pela primeira vez acorrentado no mercado de escravizados, Cecília é levada embora e ele fica ali sozinho. Foi uma das cenas mais difíceis de fazer na minha carreira. Vinha muita carga de emoção da minha ancestralidade, eu me via ali, via meus familiares... Eu cheguei no set e a emoção já veio, mas foi difícil sustentar por tanto tempo.
O que aprendeu nesse trabalho?
Eu aprendi muito nesse processo de fazer essa novela e estar junto. Fazer muitas cenas com o Caco Ciocler era uma aula diária, pois ele é o tipo de ator que te ensina sem precisar falar nada, só fazendo. Dá o tom da cena com o olhar. Eu sou muito grato. E sinto muita falta das conversas dos bastidores, dos momentos em que o elenco ficava esperando para gravar. Era muito divertido e como não era um elenco tão grande, estávamos sempre nos encontrando e socializando. Sinto muita falta dessa galera.  
Como está a repercussão do público?
Todos os dias, desde o anúncio da volta da novela, recebo pelo menos uma mensagem por dia de algum amigo ou de alguém do público nas minhas redes sociais. A galera está bem feliz com o retorno da novela. Muita gente me diz que das últimas novelas foi a mais emocionante e que estavam ansiosos pra rever as cenas, sentir as emoções...Acho que o público recebeu a novela de uma forma positiva, tanto os que já assistiram, quanto os que ainda não tinham visto. A novela é atemporal e os autores, Thereza Falcão e o Alessandro Marson, fizeram um trabalho brilhante. Mesmo se passando em 1822 a novela é muito atual nas suas questões e três anos depois da estreia, continua sendo.
O que levou do personagem para a vida?
Esse resgate pela minha ancestralidade, a importância que ele me mostrou e a militância pelos direitos do meu povo. Isso foi muito importante. E a novela também me trouxe um elenco muito querido. Todos que reencontro desde que a novela acabou são sempre carinhosos. O carinho continua o mesmo daquela época. A gente foi muito feliz fazendo esse trabalho. E mesmo eu não vendo com tanta frequência, tem gente ali que ficou pra vida toda, como o Alex Morenno, a Isabella Dragão, o Renan Monteiro, entre tantos outros.


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