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Greta chega para infernizar a vida de Diara em 'Novo Mundo'

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Divulgação Globo/Raquel Cunha
Nos próximos capítulos da semana, Greta (Julia Lemmertz) chega ao Brasil na companhia de Schultz (Ruben Gabira). Ela saiu da Áustria em condições suspeitas, onde casou-se e ficou viúva três vezes. A intenção dela no país é ficar na casa do irmão Wolfgang e separá-lo de Diara (Sheron Menezzes).
Schultz foi expulso da casa de Wolfgang após se desentender com Diara e não aceitá-la como patroa. Mas como um bom mordomo vingativo, aproveita a oportunidade e volta ao Rio de Janeiro com Greta. Em um dos primeiros contatos com a cunhada, ela observa a relação afetuosa que Diara tem com Ferdinando (Ricardo Pereira) e percebe que Wolfgang fica inseguro quando vê a esposa perto do botânico.
Assim, Greta aproveita para investir em uma aproximação com Ferdinando e atormentar a vida de Diara. A baronesa não simpatiza muito com Greta, que insiste em se fazer de amiga para ganhar a confiança dela. Porém, não imagina que suas intenções são as piores possíveis: Greta está falida e só veio para o Brasil pensando na herança do irmão.
Novo Mundo’ é escrita por Thereza Falcão e Alessandro Marson, com Duba Elia, João Brandão e Renê Belmonte e tem direção artística de Vinícius Coimbra e direção de André Câmara, João Paulo Jabur, Bruno Safadi, Guto de Arruda Botelho e Pedro Brenelli.
ENTREVISTA COM JULIA LEMMERTZ
Como você recebeu a notícia da volta da novela?
Achei lindo e muito bem-vinda essa edição especial, pensando também que a continuação dela está a caminho. É bom relembrar a nossa história também.
Qual a importância desse personagem na sua carreira?
Há tempos não fazia uma vilã, tão descaradamente má e com uma composição, sotaque, visual.... Foi uma delícia. Entrei já com a novela quente, lá pelo capítulo 90. Tive que ficar quente como eles estavam.
Qual cena gostaria de rever?
Tivemos várias cenas interessantes, mas me lembro de uma, em que Greta está apaixonada pelo personagem Ferdinando (Ricardo Pereira), e eles têm um encontro romântico num bosque, era quase como se Greta tivesse sentimentos..
Qual a cena mais difícil?
As de maldades maiores, mas acho que a pior de fazer para mim foi a morte do mordomo Schultz, que ela sufoca com um travesseiro.
Que momento das gravações você lembra com mais carinho?
As cenas com o Jonas Bloch que interpretava Wolfgang, o irmão da Greta, um homem tão gentil e de bom coração, como o próprio Jonas. E lembro também da Sheron Menezzes grávida de seu primeiro filho. Foi muito lindo acompanhar um pouco daquele momento tão especial.
O que você tem ouvido dos amigos e do público desde que foi anunciada a volta da novela?
Sei que as pessoas estão adorando rever, mas estou um pouco afastada da cidade, sem tv e com pouca internet, não tenho visto nada....
Como acha que o público recebeu a novela depois de três anos?
Falar da nossa história, mesmo que com um viés folhetinesco, mas com muito da nossa história real é sempre importante, pois faz a gente entender de onde viemos e porque estamos, onde estamos. Em três anos muita coisa mudou e ficou mais difícil. Relembrar a nossa história e dar importância a ela é uma tomada de consciência.
Tem alguma característica ou algo que você aprendeu com a personagem que ficou pra sua vida?
Greta era muito distante de mim, nada nela me remete à minha realidade, a não ser a minha ascendência germânica.
Como tem passado esses dias de isolamento?
Com muita apreensão e preocupação com tudo e todos, muito pela falta de apoio a quem mais precisa, ao caos de uma falta de organização e respeito para se enfrentar uma pandemia. O sentimento de desamparo e indignação percorrem esses três meses que estamos de quarentena.
Estava com algum projeto em andamento antes da pandemia?
Sim, tinha uma peça em cartaz no Rio, "Simples Assim", que tinha viagens agendadas pelo Brasil, um filme para lançar e uma novela para começar.


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