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Programa Especial faz retrospectiva de seus melhores episódios sobre esporte

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Divulgação TV Brasil
O Programa Especial de sábado (13), que a TV Brasil exibe às 9h30, traz uma retrospectiva com as principais matérias sobre esporte produzidas nesta temporada. Durante o episódio, a atração resgata momentos marcados por muita atividade e motivação. 

Entre as entrevistas que serão relembradas está a da princesa Maria Cristina de Orleáns e Bragança, que tem síndrome de Down; da nadadora paralímpica com deficiência visual, Maria Carolina Santiago; da campeã mundial de parataekwondo, Débora Menezes, que nasceu com uma deficiência no braço direito; e do tricampeão paralímpico de futebol de 5 Ricardinho, que é cego. 

Em entrevista à repórter Fernanda Honorato, que tem síndrome de Down, a princesa Maria Cristina de Orleáns e Bragança fala sobre as atividades que pratica para manter a boa forma. “Em Búzios, eu fiz wind, windsurf, em pé e, depois, eu fazia stand up. E depois eu comecei a jogar tênis e comecei a fazer dança, zumba. Eu gosto de dançar”, revela Maria Cristina.

Já a nadadora paralímpica Maria Carolina Santiago, que tem a síndrome de Morning Glory, destaca para Fernanda Honorato a rotina de treinamento que segue: “Os meus treinos são muito fortes, dependendo também do momento do treinamento. Desde que eu entrei aqui, já entrei com aquela expectativa de competições grandes, tipo competições mundiais, de Mundial, o Parapanamericano, e até mesmo Tokyo. Então, todo treinamento é de alto rendimento e, aqui, a deficiência da pessoa é apenas uma característica do nadador. Então não tem moleza, a gente treina muito forte para as competições. Inclusive, eu acredito que na minha vida inteira eu nunca treinei tão forte como eu estou treinando agora”.

Outra reportagem que fará parte da retrospectiva é a conversa com Débora Menezes, campeã mundial de parataekondo. Ela nasceu com uma deficiência no braço direito e fala para Fernanda a importância do esporte em sua vida. “A educação física escolar teve uma importância muito essencial no meu desenvolvimento como pessoa e acabei trazendo isso para minha vida e, hoje, me tornei uma atleta profissional, graças a tudo que eu vivi. Por conta da minha deficiência, encontrei no esporte toda bagagem que eu precisava para me socializar, conversar com as pessoas, em busca dos meus objetivos. Então a minha deficiência não me atrapalhou em nada, muito pelo contrário, me deu toda aquela força para eu seguir no dia a dia com a minha caminhada”, conta Débora. 

Também em conversa com a repórter Fernanda Honorato, o tricampeão paralímpico de futebol de cinco Ricardinho, que é cego, aconselha outros atletas com deficiências que estão iniciando as carreiras: “O conselho que eu dou para os atletas que estão começando é que acreditem no seu potencial, que trabalhem muito. Nada cai do céu fácil, nós temos que nos esforçar muito. A lei da vida é simples e direta, a gente tem que plantar para colher. Foi assim comigo, todo mundo começa por baixo até começar a ganhar o seu espaço. Então, o conselho que eu dou: acreditem em si mesmo, mas, além de acreditar, corram atrás, façam por onde e, assim, a gente vai conseguindo o nosso espaço”.


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