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Artistas fazem releituras de canções na série ‘Os Ímpares’, em reapresentação no Curta!

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Divulgação Curta!
Canções esquecidas em álbuns raros de artistas de diferentes gêneros da música brasileira são reveladas e revisitadas Na série musical “Os Ímpares”, agora reapresentada no Curta!. Ao longo de 10 episódios, discos de alguns dos principais cantores das décadas de 1960 e 1970 que foram desencorajados pela indústria fonográfica da época ganham releituras inéditas e exclusivas por grandes nomes contemporâneos da cena musical. 

Emicida e Pretinho da Serrinha endossam, cada um em seu estilo, os ingredientes da identidade brasileira das músicas "Kilariô" e "A vida em seus métodos diz calma”, respectivamente, do primeiro disco do cantor e compositor Di Melo, gravado em 1975. O episódio vai ao ar neste sábado, 1º de agosto, às 19h45. Os outros nove episódios da série poderão ser vistos até 28 de setembro, sempre na Segunda da Música, às 20h30 e em horários alternativos. 

Além do disco de Di Melo, os episódios contam com as seguintes obras: as versões de Criolo e da Nação Zumbi para o álbum de estreia do cantor e compositor Jards Macalé, gravado em 1972; Teresa Cristina e BNegão como intérpretes de canções do disco “Underground”, de autoria de Marku Ribas. Já “Beleléu, Leléu, Eu”, de Itamar Assumpção, ganhou releituras por Alice Caymmi e Anelis Assumpção, filha do icônico artista. "Krishnanda", de autoria de Pedro Santos, tem regravações de BaianaSystem e Domenico Lancellotti. “Revolver”, de Walter Franco, contou com versões de Ava Rocha e As Bahias e a Cozinha Mineira. 

“Eu Quero é Botar Meu Bloco na Rua”, do compositor Sérgio Sampaio, ganhou interpretações de Tulipa Ruiz e Negro Leo. Tono e Exército de Bebês criaram a partir de canções do compositor Jorge Mautner presentes em “Bomba de Estrelas”, enquanto Dônica e Maria Luiza Jobim produziram versões únicas para músicas de Ronnie Von em "A Misteriosa Luta do Reino de Parassempre contra o Império de Nuncamais". O álbum "Arthur Verocai", que o músico de mesmo nome lançou em 1972, recebeu versões de Letícia Novaes e do coletivo Paraphernália.

A série tem direção de Henrique Alqualo e Isis Mello, direção musical de Berna Ceppas, produção musical de Felipe Pinaud e realização da Lunar Multimídia e da Moa Filmes. A produção foi financiada através de recursos do FSA, pelo canal Curta!. 


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