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Sandy e Junior falam sobre turnê 'Nossa História', que chega com exclusividade ao Globoplay nesta sexta

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Divulgação Cesar Valle
Tudo o que os fãs de Sandy e Junior mais poderiam desejar para comemorar os 30 anos de trajetória musical dos ídolos foi realizado: o reencontro da dupla nos palcos. Em 2019, eles decidiram fazer uma turnê em celebração às três décadas de carreira e, nesta sexta-feira, dia 17, toda emoção desta tour poderá ser vista no Globoplay, com o show exclusivo ‘Sandy e Junior - Nossa História - Ao Vivo em São Paulo’. O conteúdo foi produzido durante a apresentação apoteótica no Allianz Parque, em São Paulo, e também conta com imagens de outros shows da turnê, com a direção de Raoni Carneiro. 

De julho a novembro, foram 18 apresentações por 13 cidades no Brasil e no exterior, além de quatro megasshows no Allianz Parque, em São Paulo e um megasshow no Parque Olímpico, no Rio de Janeiro, que encerrou a temporada de shows. Ao todo, a turnê contabilizou mais de 600 mil espectadores. Com duas horas consecutivas de hits, o repertório inclui desde “Não Dá Pra Não Pensar", passa por sucessos como “Quando você passa (Turu Turu)", "As Quatro Estações", "A Lenda", até o final, com "Vamo Pulá!", em um espetáculo inesquecível.

Este foi o reencontro dos irmãos no palcos após 12 anos. Os primeiros passos na música, logo na infância, os recordes, conquistas, o encerramento da carreira como dupla, em 2007, dentre outros grandes feitos, mostram o porquê deste reencontro ter sido um dos maiores marcos na história do show business. Essas histórias podem ser conferidas na série documental original Globoplay ‘Sandy e Junior: A História’, já disponível no catálogo.

Entrevista com Sandy e Junior

O Show Nossa História foi um sucesso absurdo. Vocês esperavam por isso?
SANDY: Nem em sonho eu poderia ter imaginado o sucesso da turnê “Nossa História”. Foi, sem dúvida, uma surpresa que não dá pra mensurar. E, em cada passo desta construção e de concepção da turnê, a gente foi entendendo que era mais do que a gente pensava. Então, eu jamais poderia imaginar a dimensão que ela tomaria.

JUNIOR: Não tinha como esperar tudo isso que foi. Foi inacreditavelmente maior do que eu imaginava que seria. Foi um susto, eu arrisco dizer.

Como foi este reencontro musical entre vocês em um projeto tão grandioso depois de tanto tempo?
SANDY: Ah, o reencontro foi delicioso! Do ponto de vista musical, parecia que a gente nunca tinha deixado de ser parceiro. É muito engraçado. A gente simplesmente se entendia no olhar e é uma conexão e sintonia que me surpreendeu muito. Como a gente se comporta e divide nossas funções no palco, na música; como a gente se complementa no ao vivo. Isso nunca se apagou, estava ali. E eu não tinha como saber disso até eu experimentar. Foi uma surpresa muito boa. Na parte de concepção da turnê e de chegar neste resultado, foi um desafio enorme, porque eu e ele já estávamos numa carreira solo, há mais de doze anos. O processo todo foi surpreendente, interessante, bom, gostoso e de muito crescimento e aprendizado.

JUNIOR: O reencontro musical foi como se não tivesse havido esses 12 anos. A nossa conexão estava absolutamente intacta. Eu acho que os dois melhoraram como artistas, amadureceram muito e isso só ajudou. Nós somos irmãos, essa conexão é imediata, a sintonia também. A sensação foi de que nunca tínhamos parado, foi como voltar pra casa.

Como foi o reencontro com o público e a volta aos palcos?
SANDY: Foi lindo! Eu recebi muito mais carinho e amor do que eu poderia imaginar. Eu vi que essas pessoas guardam esta nossa história, carreira e música num lugar muito especial do coração e da vida delas. E elas demonstravam isso o tempo inteiro. Então, ver o comportamento das pessoas no show, a maneira como elas consumiam, internalizavam e viviam aquilo foi a coisa mais linda e emocionante do mundo. Me deixou muito feliz. Foi muito especial e muito intenso.

JUNIOR: Foi inacreditavelmente gostoso e intenso! Adrenalina pura e muitas insônias (risos).

Foi difícil escolher o repertório entre tantos sucessos?
SANDY: Foi desafiador, sim. Era uma história de 17 anos, com 16 álbuns lançados e muitos hits pra colocar em duas horas de show. Tivemos que bolar algumas soluções criativas pra conseguir englobar o maior número de músicas, como o momento acústico, voz e violão, tocando vários trechinhos da carreira, e o Medley.
JUNIOR: Escolher o repertório foi bastante desafiador, porque existe uma diferença entre o nosso olhar e o do público. Mas, com a ajuda do Lucas e de toda a direção do show, a equipe que compunha o núcleo criativo, e algumas espiadas nos fóruns de fãs, a gente conseguiu ir lapidando até chegar ao repertório do show. Eu fiquei bastante satisfeito, achei que ficou redondo.

Qual o momento mais emocionante para cada um de vocês nesse show?
JUNIOR: Muito difícil dizer, foi um show de momentos de emoção. Foram texturas diferentes, intensidades diferentes, mas todos muito preciosos. Um que me fazia realmente ficar emocionado era ‘Super-herói’, pelo significado que a música tem pra mim. Mas o solo de bateria era um momento de pura adrenalina e absoluta concentração.  Não gostaria de fazer a escolha de um momento; a tour inteira foi emocionante e tem um lugar muito especial no meu coração.


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