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Metrópolis entrevista Araquém Alcântara em edição que destaca o Pantanal e as onças-pintadas

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Divulgação

Nesta sexta-feira (2/10), com o dossiê #OlhosDeOnça, o Metrópolis apresenta as simbologias e encantos da onça-pintada. Este felino é um predador que representa força e coragem, mas também o equilíbrio do ecossistema, visto que na natureza, onde há onças, há muita vida. Em um momento em que nosso Pantanal está em chamas e vários desses animais correm perigo, o programa mostra estes aspectos a partir das fotos potentes e atuais de Araquém Alcântara, da simbologia da onça na cultura indígena e pelo viés da literatura. Apresentado por Adriana Couto e Cunha Jr., o vai ao ar na TV Cultura, de segunda a sexta-feira, às 19h40, e aos domingos, a partir das 20h.

Além de conversar com Araquém Alcântara, um dos mais conhecidos fotógrafos de natureza no país, o programa ouve também o pesquisador Erich Nogueira, que escreveu dois estudos sobre o conto Meu Tio o Iauaretê, de Guimarães Rosa, além de ter publicado o livro Os Sentidos da Voz: Vocalidade em Guimarães Rosa. Com ele, a ideia é entender a simbologia da onça na obra roseana, bem como sua presença nas lendas indígenas.

Por último, participa da edição a líder indígena Hosana Puruborá, do povo Puruborá, cujas tradições têm forte presença da onça. Nesta parte do programa, o foco é entender o significado do animal na cultura indígena, em especial para este povo, já que Puruborá significa "povo que se transforma em onças". Ainda na edição, o público acompanha uma reportagem com os Cantadores de Chula de Serra Preta, grupo musical formado por trabalhadores rurais no interior da Bahia para executar cantos de trabalho.


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