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Caminhos da Reportagem desbrava Parque Nacional de Anavilhanas

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Divulgação TV Brasil

O Parque Nacional de Anavilhanas, no Amazonas, é o destino do Caminhos da Reportagem que a TV Brasil exibe neste domingo (11), às 20h. Durante o programa jornalístico, gravado antes da pandemia do coronavírus, a equipe de reportagem colocou a mochila nas costas, alugou um barco e foi conhecer o segundo maior arquipélago de águas fluviais do mundo, com mais de quatrocentas ilhas, ainda desconhecido por boa parte dos brasileiros.

O Parque, administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), tem 350 mil hectares divididos entre o município de Novo Airão e a capital do estado amazonense, Manaus. Reconhecido como Patrimônio Natural da Humanidade, o local tem, entre suas principais atrações, o projeto de visitação aos botos – animais míticos, cercados de lendas.

Lá, a produção conheceu histórias como a de Marisa Granjeiro que, aos oito anos, começou uma amizade com os botos. “Em vez de eu fugir ou tentar afugentar, que foi ação comum na época pelo fato dele ser um animal lendário, um animal temido, apenas fiquei curiosa pra saber o que ele queria”, relembra Marisa, que hoje é técnica ambiental e responsável por acompanhar os turistas na visitação dos animais.

Outra figura interessante que a equipe encontrou é Valmir Borges Monteiro, o Vermelho. Ele é condutor de barcos e guia turístico, nascido na região, mas mesmo assim não conhece todo o Parque. “Pra conseguir mostrar tudo, a gente precisaria de um mês. Mas, eu ainda arrisco dizer, não, tenho certeza, que tem algum pedacinho que eu sei onde tá, mas eu nunca fui ainda”, afirma.

Além dessas histórias, o Caminhos da Reportagem vai mostrar as pesquisas que investigam os hábitos migratórios das aves da região e o trabalho realizado com os curiosos peixes elétricos, conhecidos como sarapós. O Rio Negro tem a maior diversidade de espécie desses animais, que inspiraram a criação das baterias elétricas, por exemplo. 

A atração jornalística também vai discutir as estratégias de desenvolvimento econômico da população que vive no Parque e tem, no turismo e no artesanato, as principais formas de geração de renda. Esta dinâmica garante um equilíbrio entre a sustentabilidade da floresta e o sustento das famílias.


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