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Série inédita aborda novas possibilidades de vida na cidade

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Divulgação Curta!

Em novembro, o canal Curta! contribui com a reflexão sobre novas formas de se viver no ambiente urbano com a estreia da série inédita “Cidades Possíveis”. Dirigidos por Eduardo Goldenstein, os 13 episódios circundam uma questão principal: “que cidade queremos?”, discutida através de depoimentos de teóricos, agentes públicos, membros de organizações sociais e cidadãos.

A série tem como eixo central os objetivos propostos pela Agenda 2030, da ONU, no que tange ao desenvolvimento sustentável. A ideia é fomentar um olhar crítico, mas também pensar em práticas criativas que possam levar ao surgimento de formas de vida mais saudáveis, sistematicamente.

“Cidades Possíveis” traça um panorama das cidades brasileiras no início de uma década que tende a ser decisiva para a humanidade. De Mossoró (RN) a Foz de Iguaçu (PR), de Alto Paraíso (GO) a Salvador (BA), a série considera a vivência de grandes metrópoles como São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ), como também a de cidades pequenas como Entre Rios do Oeste e Piranhas. A partir daí, questiona como essas cidades encaram os desafios do desenvolvimento sustentável em meio ao embate ideológico e à circulação massiva da desinformação.

Os episódios também trazem exemplos de ações bem-sucedidas e de alternativas ecológicas, como ocorre no caso da cidade de Campinas (SP), que apresenta os melhores índices de coleta de esgoto e abastecimento de água entre as metrópoles brasileiras; e em projetos como o “Parque Capibaribe”, que visa a transformar as margens do Rio Capibaribe, no Recife, em um imenso parque.

Entre os entrevistados da série, estão o filósofo, escritor e líder indígena Ailton Krenak; o escritor e líder indígena Davi Kopenawa; Paulo Gadelha, membro do grupo da ONU que reúne 10 especialistas em ciência, tecnologia e inovação; Samyra Crespo, ambientalista e pesquisadora; além de pesquisadores como Lucio Cardoso (IPPUR), Maria Fernanda Lemos (PUC-Rio), Ricardo Gouvêa Correa (CAU), Alexandre Dias (Fiocruz) e de representantes de organizações como André Esteves, do Instituto Onda Azul.

A estreia de novos episódios de “Cidades Possíveis”, que dura 13 semanas, é sempre às quintas-feiras, às 19h. A produção é da Aion Filmes. O primeiro episódio vai ao ar na Quinta do Pensamento, 5 de novembro, às 19h.

Marcos Suzano e Hamilton de Holanda falam da relação com o bandolim em série do Curta!

A série “O Som e o Silêncio”, que vem sendo exibida no Curta!, promove encontros entre músicos e luthiers, sob a direção de José Joffily e Pedro Rossi. Apresentados pelo percussionista Marcos Suzano, os 13 episódios fazem uma ponte entre a introspecção da busca pelo som perfeito nos ateliês e os aplausos dos palcos. 

No próximo episódio, Suzano mostra o silencioso trabalho do luthier Tércio Ribeiro, criador do bandolim que Hamilton de Holanda usa em seus “ruidosos” shows e em suas gravações em estúdio — local onde é entrevistado. O contraste revela que, por trás do som da música, também há muito de silêncio.  A exibição é na Segunda da Música, 02/11, às 21h.

Segunda da Música – 02/11

21h – “O Som e o Silêncio” (Série) — Ep. “Bandolim”

Em Santa Teresa, no isolamento de seu ateliê, o luthier Tércio Ribeiro fabrica instrumentos de cordas há muitos anos. A partir de 2003, ele passou a se dedicar à construção do bandolim que o músico Hamilton de Holanda define como “A mulher da minha vida”. O percussionista Marcos Suzano, apresentador da série, visita a oficina de Tércio. Hamilton encontra Suzano no estúdio, onde tocam e conversam. O episódio transita entre essas duas situações. Direção: José Joffily e Pedro Rossi. Duração: 27 min. Classificação: Livre. Horários alternativos: 3 de outubro, terça-feira, às 01h e às 15h; 4 de outubro, quarta-feira, às 09h; 7 de outubro, sábado, às 17h30; às 8 de outubro, às 08h30.

Terça das Artes - 03/11

21h - “Instantes Cruzados”(Série)  – Ep. “Foletto - A força do Fotojornalismo”

Neste episódio de “Instantes Cruzados”, Milton Guran vai falar sobre a força do fotojornalismo no Brasil e o impacto que ele traz para a sociedade, através do trabalho de Evandro Teixeira, jornalista que trabalha a fotografia como um ato político de denúncia do que acontece no país. Marcia Foletto, fotojornalista há 27 anos, é a convidada para dialogar sobre esse tema.  Duração: 24 min. Classificação: Livre. Horários alternativos: 4 de novembro, quarta-feira, às 1h e às 15h; 5 de novembro, quinta-feira, às 9h; 7 de novembro, sábado, às 11h. 

Quarta de Cinema – 04/11

21h50 – “Cabra Marcado Para Morrer” (Documentário)

Em 1962, o líder da liga camponesa de Sapé (PB), João Pedro Teixeira, é assassinado por ordem de latifundiários. O cineasta Eduardo Coutinho começa a rodar um filme sobre a vida dele em 1964, com a reconstituição ficcional da ação política que levou ao assassinato. As filmagens são interrompidas pelo Golpe Militar de 1964. Dezessete anos depois, em 1981, Coutinho retoma o projeto e procura Elizabeth Teixeira e outros participantes do filme interrompido. O tema central passa a ser a história de cada um deles que, estimulados pela filmagem e revendo as imagens do passado, elaboram para a câmera os sentidos de suas experiências. Diretor: Eduardo Coutinho. Duração: 120min. Classificação: 16 anos. Horários alternativos: 05 de novembro, quinta-feira, às 1h50 e 15h50; 06 de novembro, sexta-feira, às 09h50; 08 de novembro, sábado, às 14h30; 09 de novembro, domingo, às 01h30.

Quinta do Pensamento – 05/11

19h – “Cidades Possíveis” – Ep. “Agenda 2030”

A série coloca em questão a relação entre cidades brasileiras e a sustentabilidade. Entre os temas abordados, estão biodiversidade, descarte de resíduos, integração e coesão sociais, enfrentamento da desigualdade, e metas propostas pela Agenda 2030, da ONU. Diretor: Eduardo Goldenstein. Duração: 26 min. Classificação: 14 anos. Horários alternativos: dia 06 de novembro, sexta-feira, às 5h e 13h; dia 08 de novembro, domingo, à 1h40; dia 09 de novembro, segunda-feira, às 7h.

Sexta da Sociedade – 06/11

21h – “Amazônia Eterna” (Documentário)

A Floresta Amazônica é hoje um imenso laboratório de experiências sustentáveis que revelam uma nova relação entre homens, corporações e este patrimônio natural imprescindível para a vida no planeta. Lá estão nascendo as diretrizes de um novo modelo econômico mundial: a economia verde. Mas quanto valem os serviços que esta commodity invisível presta para a humanidade? E quem deve lucrar com isso? Em busca destas respostas, o filme mostra iniciativas de sucesso, discute novas possibilidades com especialistas e mergulha numa viagem sensorial pelo cotidiano de quem habita a floresta.  Diretor: Belisario Franca. Duração: 79 min. Classificação: 10 anos. Horários alternativos: dia 07 de novembro, sábado, às 01h; 08 de novembro, domingo, às 13h; dia 09 de novembro, segunda-feira, às 0h e 15h; dia 10 de novembro, terça-feira, às 09h.

Sábado – 07/11

19h45 - “Artistas Plásticos Brasileiros” (Série) – Ep. “Ismael Nery”

O surrealismo de Ismael Nery alcança outra dimensão ao ser apresentado em sintonia com uma trilha sonora envolvente e a narração de uma apaixonada troca de poemas dele com sua amada Adalgisa. Ele buscava expressar e explicar o Essencialismo, a corrente filosófica original que criou. Este episódio da série “Artistas Plásticos Brasileiros” mostra por que esse filósofo profundamente católico, que ficou conhecido como “Pintor Maldito”, foi um dos artistas mais singulares do modernismo brasileiro.  Duração: 52 min. Classificação: Livre Horários alternativos: 08 de novembro, domingo, às 10h45.

Domingo – 08/11

18h40 – “Assim É, Se Lhe Parece” (Documentário)

O artista plástico Nelson Leirner revela-se neste documentário despojado sobre a rotina e a intimidade de um criador iconoclasta. "Eu não queria ser artista, eu não queria ser nada", afirma, ironicamente, ao relembrar sua trajetória. Avesso à formação e aos preceitos tradicionais das academias de arte, apropriou-se com liberdade e sem preconceitos das informações e ferramentas que lhe serviram para a criação artística. Diretor: Carla Gallo. Duração: 107 min. Classificação: 12 anos.


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