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Murilo Benício relembra novela Chocolate com Pimenta, que chega ao Globoplay nesta segunda-feira

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Divulgação

Uma novela para se deleitar, começando pelo título. Sucesso de Walcyr Carrasco, ‘Chocolate com Pimenta’ chega ao Globoplay nesta segunda, dia 18, como parte do projeto de resgate dos clássicos da dramaturgia. A comédia romântica é ambientada na década de 1920 na fictícia Ventura, uma pequena cidade cuja economia gira em torno da fábrica de chocolates e bolos artesanais Bombom. 
 
A protagonista, Ana Francisca (Mariana Ximenes), é uma menina humilde, ingênua e romântica que, após perder o pai, vai morar em Ventura com uma parte da família que não conhece. Mesmo sendo uma espécie de “patinho feio”, a jovem chama a atenção de Danilo (Murilo Benício), o rapaz mais bonito do colégio e a grande paixão da mimada Olga (Priscila Fantin), filha do delegado da cidade.  
 
Apesar das artimanhas de Olga para impedir o romance dos dois, Ana e Danilo começam a namorar. Para ajudar a família nas despesas da casa, Ana vai trabalhar como faxineira na fábrica de chocolates e conhece o dono, Ludovico (Ary Fontoura). Logo após, descobre que está grávida de Danilo, mas uma armação de Olga e da tia dele, Bárbara (Lilia Cabral), provoca a separação do casal. Ao ver o desespero e o sofrimento da amiga, Ludovico propõe casamento a ela, para dar um nome à criança.
 
Eles partem para Buenos Aires e Ana Francisca começa uma vida nova. Ela passa a ter aulas de etiqueta e recebe um banho de loja. Seu filho nasce pouco antes da morte de Ludovico e ela decide retornar a Ventura após sete anos, decidida a se vingar de todos que a fizeram mal e a desprezaram.
 
“’Chocolate com Pimenta’ representa um período muito feliz da minha carreira trabalhando com amigos, me divertindo muito e tendo a felicidade de ter feito sucesso que ela fez. Acho incrível como esta novela ficou no coração das pessoas. Talvez por um conjunto bastante puro de sentimentos e ingenuidade de uma época. Quis fazer o personagem Danilo como anti-herói e acho que funcionou muito”, relembra Murilo Benício. 
 
A preparação do elenco incluiu palestras sobre os anos 1920 e aulas de confeitaria para o núcleo de funcionários da fábrica de chocolates. Por falar nisso, foram produzidos mais de dez mil bombons cenográficos em 15 formatos diferentes. A Serra Gaúcha, a região serrana do Rio de Janeiro e São Lourenço, no sul de Minas Gerais, além da Argentina, serviram como locação para a obra.


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