Oscar na Globo: 15 anos da estreia de Maria Beltrão e homenagem a José Wilker no Globoplay

Divulgação Globo/João Cotta

Em 2006, Maria Beltrão comandava pela primeira vez a festa do Oscar na TV Globo, ao lado do inesquecível José Wilker. Agora, a apresentadora comemora 15 anos da estreia – só não esteve à frente do evento quando a festa coincidiu com o Carnaval, em 2009, 2014 e 2017 – na transmissão deste domingo, dia 25, que vai ao ar ao vivo no Globoplay e no G1, a partir de 19h30, e na TV Globo, depois do ‘Big Brother Brasil 21’. Os comentários serão de Dira Paes e Artur Xexéo e a tradução, de Anna Vianna. José Wilker, parceiro de Maria na estreia e falecido em 2014, será homenageado por Marcelo Adnet na descontraída transmissão exclusiva do Globoplay, que começa às 20h e terá a participação de Paulo Vieira e Luciana Paes. 
 
No G1, uma página especial traz todos os detalhes do Oscar 2021. Além das últimas notícias sobre a cerimônia, trailers e críticas dos filmes indicados, e as apostas do tradicional bolão feito pelos jornalistas do portal, um quiz aponta com qual filme concorrente cada pessoa se identifica mais. O podcast Semana Pop tem edição especial sobre o evento e o G1 Ouviu conta como foi feita a trilha sonora do filme “Soul”, favorito na categoria.
 
Já o ‘Fantástico’, que terá entradas ao vivo da repórter Carolina Cimenti direto do tapete vermelho, mostra as adaptações que a festa precisou sofrer por causa da pandemia de coronavírus. “A cerimônia vai ser diferente. Como as viagens estão restritas por causa da pandemia, haverá sedes da festa em Londres e em Paris para os indicados que vivem na Europa”, explica o comentarista Artur Xexéo.
 
ENTREVISTA – MARIA BELTRÃO    
 
1 - Em 2021 sua estreia na apresentação da festa do Oscar na Globo completa 15 anos. Como encara essa trajetória?
Lembro bem da minha primeira transmissão do Oscar, quando encontrei o José Wilker pela primeira vez. Minha missão nunca foi comentar os filmes, mas dar a maior quantidade de informações para quem estiver assistindo. A principal diferença entre 2006 e 2021 é que eu ganhei mais segurança.
 
2 – Este ano, ficou mais difícil ver os filmes indicados por causa das restrições da pandemia?       
Consegui ver 43 filmes, incluindo as principais indicações. Mas lamento muito não ter a experiência do cinema este ano. É diferente ir ao cinema, ver o trabalho como foi feito para a tela grande. Mas consegui me preparar bem para fazer esta apresentação.    
 
3 - É uma edição do Oscar completamente atípica O que você está esperando desta cerimônia?
Será interessante porque teremos o Teatro Dolby, que sempre é o cenário do Oscar, apenas como palco das apresentações musicais. E a Union Station como o lugar onde os indicados receberão os prêmios. Como muitos atores que moram na Europa não poderiam pegar um avião neste momento para acompanhar a cerimônia nos Estados Unidos, eles terão dois pontos, um em Londres e outro em Paris. Isso será muito interessante de acompanhar.
 
4 - A festa deste ano também marca a força feminina. Pela primeira vez teremos duas mulheres concorrendo à Melhor Direção. Viola Davis se tornou a atriz negra com maior número de indicações. Como você vê este processo?
O Oscar também tem esse papel de refletir o que está sendo debatido na sociedade. Sem dúvida a presença feminina vem aumentando. Ainda está aquém do que deveria ser, mas já vemos uma mudança, com duas mulheres sendo indicadas à Melhor Direção, algo que nunca havia acontecido. Ouso dizer que a Chloé Zhao deve ganhar por “Nomadland”. A Viola Davis merece todos os prêmios. E este ano a briga está muito bonita. A Frances McDormand está impecável em “Nomadland”. Temos também a Carey Mulligan, de “Bela Vingança”, espetacular.
Anderson Ramos

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