ID estreia episódios inéditos de ''Vivendo com o Inimigo''

Divulgação ID

Os casos reais narrados pelos episódios inéditos de VIVENDO COM O INIMIGO (Evil Lies Here) são baseados nos relatos de pessoas que dedicaram amor e carinho a homicidas frios e cruéis. Com estreia na quarta-feira, 19 de maio, às 21h20, no ID, a nova leva de episódios continua a trazer entrevistas exclusivas nas quais essas vítimas indiretas de crimes hediondos narram a dor de constatar que confiaram em assassinos e os mantiveram em seus próprios lares. 

Cada episódio de uma hora aborda um caso diferente, utilizando dramatizações para reconstituí-lo sob a perspectiva daqueles que conviviam com os criminosos.  Os depoimentos fortes, carregados de emoção, servem de ponto de partida para a série. Completam o panorama dos casos materiais como imagens de arquivo, entre elas registros dos julgamentos e entrevistas com promotores e procuradores que estiveram à frente da acusação em cada caso. 

Ao narrar os fatos sob a perspectiva de quem fez parte de lares que estavam prestes a se desfazer, VIVENDO COM O INIMIGO cria uma trama de suspense e tensão em torno da descoberta aterradora dessas pessoas comuns que se viram envolvidas em casos de polícia.

Alguns desses familiares viram pistas de que algo muito errado poderia estar em curso, mas não conseguiram entender a gravidade da situação a tempo. Outros, em negação, fecharam os olhos para o mal que tinham dentro da própria casa. Há ainda aqueles que foram atrás de justiça. Todos eles, entretanto, viveram o momento crítico do confronto com a verdade: aquela pessoa amada e em quem confiavam plenamente é um assassino monstruoso. 

O episódio que inaugura a safra de inéditos se inicia com o depoimento de Vickie Webb – ela lembra não ter ficado preocupada, tampouco surpresa, quando seu filho, Bass Webb, lhe disse que a polícia poderia ir à casa onde moravam para procurá-lo. Era 2003 e Vickie estava acostumada a vê-lo metido em encrencas. A busca estaria relacionada ao desaparecimento de Sabrina Vaughn, jovem que Vickie havia visto na companhia do filho. Mas Bass afirmava não ter nada a ver com o sumiço da garota.  

No entanto, quando ele pediu a ela que mentisse para a polícia, Vickie sentiu que daquela vez as coisas eram diferentes, mais graves. Seis anos se passaram e Sabrina continuava desaparecida quando outra jovem com quem Bass teve contato também sumiu: Bryia Runiewicz foi namorada do filho de Vickie.

Forçada a enfrentar a difícil verdade sobre seu próprio filho, Vickie teve seu amor materno posto à prova, mas não desistiu de Bass. “Ele precisa ser punido pelo o que fez, mas eu vou amá-lo para sempre. Até gostaria de virar-lhe as costas, mas não consigo”. Para Vickie, ser mãe significa que ela nunca deixará de amar seu filho, não importa as coisas más que ele tenha feito. No caso de Bass, o motivo da punição – prisão perpétua – é o assassinato das duas jovens; “encrencas” de Bass que destruíram ao menos três famílias, as das vítimas e a dele.
Anderson Ramos

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