ID estreia temporada inédita de ''Ainda é um Mistério''

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Muitas vezes o encerramento de um caso não significa a sua solução por completo. AINDA UM MISTÉRIO (Still a Mystery), série original do ID cuja nova temporada estreia segunda-feira, 21 de junho, às 21h20, com dois episódios exibidos em sequência, revisita as investigações de crimes reais que, em aberto ou mesmo concluídas, permanecem cercadas por perguntas sem respostas.

Suicídio ou assassinato? Fuga premeditada ou sequestro? Homicídio acidental ou intencional? Com duração de uma hora, cada episódio da série recapitula casos reexaminando os principais achados das investigações, mostrando os pontos controversos dos inquéritos e buscando informações que possam ao menos diminuir o mistério.

Com a ajuda de entrevistas exclusivas com oficiais, familiares e investigadores particulares, além da pesquisa nos arquivos da cobertura jornalística e das redes sociais, a produção disseca as evidências e parte em busca da verdade. Por meio das falas das fontes e do material de arquivo, as dúvidas persistentes dos familiares e as conclusões às quais os investigadores chegaram são confrontadas.

No primeiro episódio da noite, Carla Stefaniak, uma agente de seguros da Flórida apaixonada por viagens, desaparece no dia em que deveria retornar da Costa Rica. E em 2014, a universitária Pravin Varughese, de 19 anos, desaparece depois de uma festa.

O segundo episódio que inaugura a nova safra, às 22h10, encara um mistério em dose dupla: as mortes de Lyric McHenry e de Katie Jones, duas jovens de 26 anos representantes de círculos sociais muito diferentes, mas com o mesmo desfecho trágico e precoce para suas vidas.

Lyric McHenry é parte de uma família abastada, filha de um produtor de cinema de Hollywood que circulava à vontade nos encontros de elite. Na noite de 13 agosto de 2018, ela saiu com amigos para uma noitada em Nova York em comemoração a seu aniversário.

Poucas horas depois, seu corpo foi descoberto nas imediações ermas de um viaduto. Informações desencontradas, revelações surpreendentes e registros em vídeos das câmeras de vigilância levantaram dúvidas e levaram a família da jovem a uma busca sem fim. Todos ainda se perguntam: o que aconteceu com Lyric? Maya e Doug McHenry, irmã e pai de Lyric, participam do documentário e falam abertamente sobre os motivos da desconfiança.

Ketie Jones também tinha 26 anos em 2016, quando foi morta a tiros enquanto caminhava para casa após o trabalho como garçonete, depois de uma noite típica e na sequência de uma conversa entre amigos pelas redes sociais. O assassinato não faz sentido para os familiares e pessoas próximas de Katie, que a descrevem como uma jovem alegre, competente e que não nutria inimizades que justificassem sua execução sumária. As únicas pistas estão relacionadas ao movimento atípico de veículos, capturado pela câmera de vigilância de uma igreja. Quem matou Ketie e por quê? Essa é a pergunta que Jevona e Becca Livingston, mãe e irmã de Ketie, repetem às câmeras, após anos sem justiça.
Anderson Ramos

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