Entrevista com a desmascarada: Renata Ceribelli é o Brigadeiro

Divulgação Globo/Kelly Fuzaro

Na segunda noite de apresentações do 'The Masked Singer Brasil', foi a vez do Brigadeiro ser desmascarado. Surpreendendo a todos, a jornalista Renata Ceribelli encantou o público com toda sua elegância e desenvoltura cantando ‘Chocolate’, de Marisa Monte. “Eu adorei que ninguém acertou! Isso foi o mais legal! Eu sabia que a primeira pessoa que me veria seria a Ivete, então eu abaixei a cabeça para demorar para ela ver, porque eu já tinha a entrevistado para o ‘Fantástico’. E quem me conhece sabe que seria fácil eu topar uma brincadeira dessas. Quem me conhece como repórter, talvez não imagine. Essa foi mais uma aventura da minha vida,” brinca Renata. 
 
The Masked Singer Brasil’ é uma coprodução TV Globo e Endemol Shine Brasil e tem supervisão artística de Adriano Ricco (TV Globo) e direção artística de Marcelo Amiky (Endemol Shine Brasil). Com apresentação de Ivete Sangalo, com Camilla de Lucas nos bastidores, o reality vai ao ar às terças-feiras na TV Globo, após Império, e também é exibido no Multishow, às quartas-feiras.  
 
Entrevista com Renata Ceribelli 
 
Você é uma jornalista que estamos acostumados a ver na frente das câmeras, é uma voz conhecida. Conta um pouco da experiência de participar do ‘The Masked Singer Brasil’? 
Foi um parque de diversões para uma jornalista. Mas foi cheio de desafios. Tive uma preparação vocal e eu nunca tinha tido essa experiência, foi uma coisa de aprender a usar cada vogal e onde cada uma delas devia vibrar e em qual parte da boca. E esse trabalho em cima da música foi muito interessante. Eu jamais imaginei que fosse conseguir. Quando cheguei no estúdio pela primeira vez fiquei muito tímida, mas ai foram me descontraindo e no final eu já estava me sentindo uma cantora profissional. Então, ao mesmo tempo que foi muito divertido, foi desafiador. Na dança eu fiquei muito livre porque a coreógrafa me falou para eu me sentir um brigadeiro (risos). 
 
Como foi vestir a fantasia pela primeira vez? 
Foi bem diferente! A fantasia é leve e maleável, então a questão era só me equilibrar ali dentro porque ela é grande. Eu enxergava entre os olhos e a boca, como se fosse no lugar do nariz. Tinha que me sentir um brigadeiro mesmo.  
 
Como é ver todo mundo e não ser visto? E ver as pessoas chutando nomes diferentes do seu? 
É muito legal! Eu acho que não ser vista me deu mais coragem para subir naquele palco e dançar. É uma experiência bacana, ser um personagem era muito interessante. Qual o meu personagem? Um brigadeiro. (risos).  
 
Como foi ser desmascarado e ver a reação do público? Ninguém esperava que você estaria ali.  
Eu adorei que ninguém acertou! Isso foi o mais legal! Eu sabia que a primeira pessoa que me veria seria a Ivete, então abaixei a cabeça para demorar para ela ver, porque eu já tinha feito a entrevista pro Fantástico. Ai ela lançou um: ‘Sua falsiane’ (risos). Ela é maravilhosa! E aquele é o momento da grande brincadeira, o bacana desse reality é que o momento de tirar a máscara. Eu fiquei bem contente que ninguém adivinhou. Na repercussão nas redes, ninguém acreditou. É que quem me conhece sabe que seria fácil eu topar uma brincadeira dessas. Mas quem me vê como repórter, talvez não imagine. Essa foi mais uma aventura da minha vida.  
 
‘Será que teremos Renata Ceribelli dentro de uma máscara?’ Foi o que Ivete disse na primeira entrevista sobre o programa. Nessa reportagem você já sabia que seria uma mascarada ? 
Na entrevista eu ainda não sabia que seria uma mascarada. Nem eu, nem Ivete poderíamos imaginar. A produtora me ligou dizendo que eu tinha ficado no radar desde a entrevista com a Ivete. Quando me convidaram, falei: “Vocês estão de sacanagem comigo? Eu não sei cantar”. E eles me tranquilizaram dizendo que eu teria uma preparação para as apresentações. E ai eu topei essa diversão!
 
Como foi a reação dos seus amigos quando te viram na TV? E como foi esconder isso na redação? 
Para redação, eu tirei férias. A minha agenda do ‘Fantástico’ não me permitiria fazer toda preparação para o programa. Montamos uma estratégia para eu tirar férias e poder participar do programa. Mas, para cada um, eu inventei uma versão. Minha mãe começou a me ver em São Paulo o tempo todo e eu disse que estava fazendo um documentário para o Globoplay e para alguns amigos também. Tudo na minha cabeça estava armado, até a pauta eu tinha e já estava acreditando no meu documentário. Para os meus filhos, contei em cima do laço. Eles amaram, mas quem amou mesmo foi minha mãe. E ela se divertiu muito. No grupo da família bombou também, meu sobrinho Luca viu uma tia saindo de um brigadeiro. Foi sensacional! 
 
E entrando no bolão, tem suspeita de quem sejam os outros participantes? 
Eu sou muito ruim disso! E a gente não tem ideia de quem são os outros participantes. Mas eu tenho alguns palpites: acho que a Onça Pintada pode ser o Seu Jorge e o Jacaré, acredito que possa ser a Mart’nália. 
Anderson Ramos

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