'Esporte Espetacular' deste domingo traz reportagem especial sobre atletas que acabaram tendo suas carreiras prejudicadas pela doença

Divulgação Globo

É no silêncio que ela transita. Muitas vezes é de difícil diagnóstico, pois não é visível ou palpável. Principalmente quando acomete um atleta de alto rendimento, que está acostumado a lidar com estádios lotados e assédio dos fãs. A depressão não escolhe ou discrimina por raça, credo, especialidade profissional ou classe social. Ela chega, abriga-se discretamente e quando a pessoa se dá conta, está consumida. Corrói e, muitas vezes, destrói. Recentemente tem despertado atenção e pesquisa no esporte. Com os atletas cada vez mais sendo levados ao limite físico e mental, a satisfação e a frustração caminham lado a lado. No futebol, onde entre quarta o domingo o cenário pode se alterar completamente, nem todos conseguem passar imunes a esta doença. No 'Esporte Espetacular' deste domingo (10), ela será tema de uma reportagem especial de Leo Lepri, com personagens que precisaram conviver ou até mesmo interromper suas carreiras para tratar deste mal.
 
Foi o caso do hoje comentarista do Esporte da Globo, Pedrinho. Quando jogador de clubes importantes do futebol brasileiro, como Vasco, Palmeiras, Fluminense e Santos, entre os anos 1990 e 2000,  ficou marcado pelas lesões que sofreu ao longo da carreira. Em certo momento, o lado mental precisou de atenção. Apesar de não ter parado de atuar por conta da depressão, na entrevista ele conta como detectou este processo e como o enfrentou em uma época em que o assunto ainda era visto com um tabu no futebol, onde era tratado como um “jogador frágil” fisicamente. Alguns anos mais tarde, foi a vez de Nilmar, atacante com passagens marcantes por Internacional e Corinthians, além de ser presença constante nas convocações da seleção brasileira antes da Copa de 2010, dar uma pausa na carreira por conta da depressão. Desde que tornou o assunto público, em setembro de 2017, na época recém-contratado pelo Santos, nunca mais voltou a calçar as chuteiras. Ele é outro personagem ouvido pela reportagem, que também investiga o quanto a cobrança por performance e alto rendimento pode ser capaz de minar a parte psicológica de um talento. 
 
Também no ‘Esporte Espetacular’ deste domingo, o repórter Guilherme Roseguini conversa com o nadador Luiz Gustavo Borges. Aos 22 anos, ele é filho de Gustavo Borges, uma das lendas da natação brasileira, com quatro medalhas olímpicas. Recentemente, conquistou o Campeonato Brasileiro na prova dos 50 metros nado livre. Tornou-se o quarto brasileiro mais rápido de todos os tempos em piscina curta, ficando atrás apenas de César Cielo, Bruno Fratus e Nicholas Santos. A história de Gustavinho, como ele ficou conhecido, vai além das piscinas. Em maio deste ano formou-se em administração na Universidade de Michigan, nos Estados Unidos. Agora, quer ser dedicar exclusivamente à natação para repetir o feito do pai, de se tornar um atleta olímpico.
 
O 'Esporte Espetacular' deste domingo começa logo após o ‘Auto Esporte’. 
Anderson Ramos

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