ID estreia a nova série ''Crimes que Abalaram o Mundo''

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Existem crimes que mudam a sociedade: da comoção generalizada que mobiliza pessoas no mundo inteiro, à lei e aos trâmites jurídicos que precisam ser adaptados para que os responsáveis sejam punidos, as relações sociais são impactadas e tendem a se modificar diante de novas formas de violência e atentados à vida.

Com estreia no domingo, 5 de dezembro, às 22h25, CRIMES QUE ABALARAM O MUNDO (Crimes That Changed Us) é uma série que revisita as circunstâncias em torno de crimes reais cujas brutalidade e repercussão tiveram efeitos importantes na sociedade como um todo. Os episódios da produção original do ID, canal pioneiro e inteiramente dedicado ao gênero true crime, recorrem a material de arquivo e análises de especialistas para abordar a magnitude do impacto gerado por esses crimes.

A cada semana, um caso diferente receberá uma atenta leitura histórica e contextualizada, realizada com a ajuda de depoimentos exclusivos de testemunhas, vítimas e familiares daqueles que não sobreviveram – as fontes contam como suas experiências individuais nos trouxeram às demandas do século XXI.

Entre os crimes emblemáticos que série recapitula estão o atentado terrorista nos Jogos Olímpicos de 1996, o espancamento de Rodney King pela polícia de Los Angeles e a convulsão social que se seguiu; a violência da babá Louise Woodward, que vitimou um bebê de oito meses; o assassinato da cantora Selena; o caso dor irmãos Menendez, acusados de matarem os próprios pais a tiros; e o julgamento dos responsáveis pela escola infantil McMartin, acusados de abuso sexual contra os alunos.

O episódio de estreia retorna à madrugada do dia 27 de julho de 1996, em Atlanta, cidade que recebia milhares de atletas e turistas do mundo inteiro para a celebração dos Jogos Olímpicos daquele ano. Durante um show, uma explosão interrompeu a atmosfera festiva em no Centennial Park, local apinhado.  Por sorte, o policial Richard Jewell havia visto a mochila com as três bombas caseiras e fora rápido o bastante para isolar a área antes da explosão e, assim, evitou ainda mais fatalidades: duas pessoas morreram e outras 111 ficaram feridas.

Richard imediatamente passou a ser tratado como herói pela opinião pública, mas para o FBI ele era investigado como um suspeito – o que rapidamente chamou a atenção da imprensa. Enquanto Richard defendia sua inocência, o verdadeiro terrorista planejava novos atentados contra homossexuais e clínicas de aborto; seus novos atos terroristas teriam um saldo de outros três mortos e mais de 150 feridos. A partir de então, a segurança dos Jogos Olímpicos nunca mais seria a mesma.
Anderson Ramos

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