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Em 'Passaporte para Liberdade', Aracy pede ajuda a Zumkle e aceita jantar com o nazista

Divulgação Globo/Jayme Monjardim

Os últimos capítulos de ‘Passaporte para Liberdade’ prometem grandes emoções. Com a Segunda Guerra Mundial, o clima em Hamburgo fica cada vez mais tenso e Aracy (Sophie Charlotte) envia Eduardo de Carvalho (Theo Medon), seu filho, para o Brasil. Diante de constantes ataques aéreos, a brasileira e João (Rodrigo Lombardi) chegam a buscar refúgio em um abrigo para se protegerem dos bombardeios na cidade. 
 
Após a prisão de Mendel Krik (Jimmy London) e a morte de Helena (Sivan Mast), é chegada a hora de Aracy quitar sua dívida com o chefe da máfia judaica, que conseguiu o remédio que curou Edu quando o menino ficou doente. Sem ideia de como retirar o nome das netas de Krik da lista de deportação, a funcionária do consulado liga para Zumkle (Peter Ketnath), que insiste em um jantar para conversarem. Sem outra saída, a brasileira acaba aceitando.  
 
Ainda sem saber ao certo quais seriam os planos de Aracy, João vai ao seu apartamento esperá-la. Ao subir as escadarias, o cônsul-adjunto – e médico de formação – se depara com Mina Shwartz (Fabiana Gugli), a zeladora do prédio, que pede por socorro. Seu filho, Wilfried (João Cortês), um soldado nazista, acaba de voltar do front de guerra desorientado, com alucinações e traumatizado com as atrocidades que vivenciou sob as ordens do governo ditador. 
 
‘Passaporte Para Liberdade’ é a primeira produção da Globo em parceria com a Sony Pictures Televison. A minissérie tem criação de Mario Teixeira, foi escrita por Mario Teixeira e Rachel Anthony, com direção artística de Jayme Monjardim, direção de Seani Soares e produção de Samantha Santos, Mariana Pinheiro e Fabiana Moreno. A produção executiva é de Silvio de Abreu, Monica Albuquerque, Elisabetta Zenatti e Rachel Anthony.   

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