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Times completos para a próxima fase do 'The Voice+'

Divulgação Globo/Victor Pollak

O último dia de ‘Audições às Cegas’ do 'The Voice+' foi marcado pela emoção, o que levou a técnica Fafá de Belém às lagrimas no domingo, dia 20. Agora, com os times completos, Carlinhos Brown, Fafá de Belém, Ludmilla e Toni Garrido seguem com seus candidatos aprovados para a fase ‘Tira-Teima’, que começa no próximo domingo, dia 27. 
 
Com direção artística de Creso Eduardo Macedo, a nova temporada do ‘The Voice+’ vai ao ar na TV Globo aos domingos, após ‘Temperatura Máxima’, e às terças-feiras, às 20h, no Multishow.
 
Conheça os novos aprovados na competição: 
 
Severo Ramos – 69 anos | Campina Grande – PB
Desde muito cedo, Severo, que atualmente trabalha como pintor, foi o principal provedor de renda da família. Nunca teve educação musical formal, é muito humilde, mas conseguiu acompanhar um pouco do amor de seus tios pela arte, o que lhe incentivou a manter a música em sua vida. Aos 12 anos, se apresentou pela primeira vez em uma festa de aniversário e adorou a experiência. Ao longo da adolescência, compôs músicas de baladas e com a maturidade começou a fazer samba e forró. Muitas composições escritas por ele se perderam em uma enchente que invadiu sua casa, mas isso não foi motivo para desistir. Participou de vários festivais e concursos e chegou a formar uma banda com os filhos – “Severo e seus filhos”. No palco do ‘Voice+’, ele cantou “Sanfona Sentida” e entrou para o Time Brown. 
 
Denise Pinaud – 63 anos | Florianópolis – SC
Natural de Niterói, Rio de Janeiro, Denise tinha apenas 5 anos quando começou a estudar piano e, com 14, violino. Aos 19, abandonou a música e começou a trabalhar. Apenas aos 36 anos, já casada, com três filhos e vivendo em Nova Friburgo, região serrana do Rio de Janeiro, desejou ter a música de volta em sua vida. Participou do processo seletivo de um coral da cidade e durante o exercício para descobrir qual era a classificação de sua voz, se descobriu uma soprano, o que a deixou extremamente emocionada. Tempo depois, virou radialista de uma estação comunitária de Nova Friburgo, onde tinha dois programas. Também começou a se apresentar em bares da região serrana, e também em Niterói e no Rio de Janeiro. Cantora profissional há 23 anos, ela já fez turnês internacionais, se apresentou com artistas de renome e atualmente mora em Florianópolis. Ao som de “Deixa”, de Vinicius de Moraes e Baden Powell, Denise entrou no Time Ludmilla. 
 
Osny Melo – 63 anos | Santo André – SP 
Trilhas sonoras e arranjos de música de diferentes artistas estão entre os principais itens do currículo de Osny, que após 27 anos morando no Japão, reside atualmente em Santo André, São Paulo. Quando criança, adorava brincar com instrumentos de brinquedo e, na fase pré-adolescente, começou a tocar bateria e guitarra. A música sempre foi sua grande paixão e, após alguns anos tocando em bailes e bares, recebeu o convite para morar no Japão. Inicialmente, seria uma breve passagem pelo país oriental, mas Osny ficou mais tempo, construiu família, aprendeu a falar a língua fluentemente, tocou em casas noturnas e começou sua carreira fazendo trilhas em estúdio. Atualmente, Osny toca teclado na banda do Hungria Hip Hop, um dos incentivos para que ele se inscrevesse no ‘The Voice+’. “Skyline Pigeon” foi a canção escolhida por ele na ‘Audição às Cegas’ e, agora, Osny integra o Time Fafá. 
 
Nice Luz – 64 anos | Curitiba – PR
Nascida em ambiente rural do interior de Santa Catarina, por anos Nice Luz viveu de prêmios que conquistava em festivais e concursos de música. De família italiana, seus pais e tios sempre gostaram de cantar em família e sabiam reconhecer uma criança com talento para música, o que influenciou seu envolvimento com a arte. Na adolescência, passou a se apresentar no colégio e a participar do coral e, aos 17 anos, se mudou para Curitiba, Paraná, para cursar a faculdade de psicologia. Ao se formar, foi direto cantar em uma banda baile, além de se apresentar em bares e shows em universidades da região. Depois de casada, se dedicou aos filhos nos primeiros anos da maternidade e, estimulada pelo marido, passou a estudar harmonia na mesma escola onde os pequenos faziam aula de música. Nunca atuou como psicóloga, já na música garantiu um CD gravado. Após cantar “Volver”, Nice passou a integrar o Time Toni. 
 
Sabarah – 69 anos | Florianópolis – SC
O atual intérprete da Escola de Samba Unidos da Coloninha já foi jogador profissional de futebol, tendo atuado em times grandes pelo Brasil. Com a animação da concentração, acabou formando o grupo ‘Os Craques do Samba’. Após sair do esporte, dividiu quatro anos da vida entre ser bancário e cantar, mas a música falou mais alto. Começou a cantar em barzinhos e montou uma banda chamada ‘Senti Firmeza’, a primeira banda de samba a tocar no ‘Festival Planeta Atlântida’. A banda foi produzida por Paulinho do Cavaco e abriu alguns shows importantes em Florianópolis. Sabarah faz diversos shows solo, com nomes e grupos conhecidos como Xande de Pilares, Pique Novo e Fundo de Quintal. O neto de musicista, que adorava cantar pelas ruas na Folia de Reis, quer conhecer gente que compartilhe dos seus sonhos e conquistar amadurecimento musical. “Dias de Lua” foi a canção escolhida por Sabarah, que faz parte do Time Ludmilla. 
 
Ilma Brescia – 63 anos | Belo Horizonte – MG
Vinda de uma família artística, com músicos, atores, artistas plásticos e um tenor conhecido, seu avô, Ilma teve a sua afinação notada pela sua avó. Fez aula de rítmica, canto, piano, e se apresentava no clube e entre os amigos de seu pai, que tocavam violão. Apesar de orgulhoso do talento da filha, o pai não queria que ela se profissionalizasse. Então, aos 14 anos Ilma começou a fugir de casa para dar ‘canjas’ em barzinhos, e aos 19 abandonou o lar para seguir carreira. Cantou na noite até se converter a uma igreja batista, aos 30 anos, mas depois de algum tempo, entendeu que sua música não era prisioneira da religião e passou a se apresentar em eventos. Descobriu-se também compositora e artesã, e não vislumbra uma carreira, mas acredita que a visibilidade do ‘The Voice+’ pode lhe trazer grandes surpresas. No palco do ‘Voice+’, Ilma cantou “Você e Eu” e conquistou seu lugar no Time Fafá. 
 
Zê Azemar – 63 anos | Porto Alegre – RS
Filho e irmão de músicos, Zê diz que o sangue musical vem do pai. Apaixonou-se pela música ainda na infância, quando foi chamado para se apresentar antes da banda principal em um baile. Aos 16 anos, montou uma banda com mais cinco amigos e passou a se apresentar em bares – a música os levou a morar por cinco anos no Uruguai e na Argentina. De volta ao Brasil, apresentou-se com outro grupo em festas maiores, passou a fazer voz e violão e montou o ‘Gueto Trio’, que existe até hoje. Em 2015, fez um show interpretando músicas de Emílio Santiago, que acabou virando turnê, e trabalha há anos com Carlos Alexandre Rodrigues, compositor de ‘Negra Ângela’. Foi inscrito às escondidas pela filha, e acredita que essa pode ser a grande chance de ter seu talento reconhecido. Em sua apresentação, Zé cantou “Saigon” e chegou ao Time Brown. 
 
Hélio Henriques – 66 anos | Itabaiana – PB
A primeira lembrança de Hélio é de assistir à mãe cantando, na fazenda em que moravam. Apesar de nunca ter cantado profissionalmente, o aposentado, que não para nunca de trabalhar, sempre dá uma ‘canja’ nas apresentações de amigos em barzinhos. Nos finais de semana, ensaia com uma banda – a Banda Bens – em sua casa, e costuma fazer um forró com as cinco gerações de sua família paterna. Sonha em fazer muitos shows, e o palco do ‘The Voice+’ será uma ótima experiência com grande público, embora já tenha se apresentado para quase cinco mil pessoas em um festival aberto, em Recife. Diz que a única coisa da qual não tem medo na vida é cantar. “Começaria Tudo Outra Vez” foi a canção escolhida por Hélio, que passou a integrar o Time Toni. 
 
Jozenaldo Pereira – 63 anos | Camaragibe – PE
Nascido e criado em Camaragibe, Jozenaldo já abriu, ao lado da esposa, shows de vozes conhecidas, como Reginaldo Rossi e Augusto César. Com ela, forma uma dupla de seresta chamada ‘Alucinado’ (junção de Lúcia com Jozenaldo). Aprendeu a tocar violão aos 15 anos, vendo o pai, ‘violeiro pesado’, tocar – não só em casa, como em bares. Sempre gostou de brincar de formar conjuntos musicais. Os amigos o viram tocando violão na escola e o chamaram para se apresentar na igreja. Em pouco tempo, passou a cantar em casamentos, depois em bares, com um bom repertório de samba, bolero e MPB. Considera-se caseiro, mas adora uma festa, uma seresta. Quem o inscreveu no ‘The Voice+’ foi sua esposa, às escondidas. “Vai ficar na Saudade” foi a música escolhida por ele, que agora faz parte do Time Fafá.
 
Elvis Carvallo – 63 anos | Manaus – AM
A venezuelana de Caracas foi influenciada pelos discos de música brasileira que o pai colocava para tocar em sua vitrola enquanto arrumava a casa ou fazia o almoço. Tendo conhecido Nelson Ned, Sérgio Mendes e Itamar Dutra, a identificação de Elvis com a nossa cultura é forte. Ela foi integrante do ‘Samba Royal Show’, que se apresentava durante o Carnaval em Caracas e também em um bar. Conheceu o marido, Sardinha, um violonista carioca, em um bar especializado em música brasileira, e passou a fazer com ele eventos na embaixada do Brasil. Hoje, mora com o marido em Manaus, apresenta-se na noite e em festivais, e sonha em cantar música boa para o Brasil: ‘preciso disso’. Ela escolheu “Um Velho Malandro de Corpo Fechado” e passou a integrar o Time Brown.
 
Gilton Della Cella – 61 anos | Ubaíra – BA
O colecionador de chapéus que já abriu shows de Luiz Melodia, Fagner e Ney Matogrosso teve seu olhar despertado para a música na infância. Aos 16 anos, formou um grupo musical com amigos do bairro e passou a se apresentar em circos e bailes de cidades vizinhas. Para se sustentar, foi trabalhar como bancário, e acabou entrando como compositor e intérprete no projeto ‘Banco de Talentos’, promovido pela Federação Brasileira de Bancos. Após 16 anos no projeto, seguiu como cantor solo. Possui 10 CDs de músicas autorais, disponíveis também nas plataformas digitais, e várias coletâneas. Hoje, além dos shows solo, tem uma banda chamada ‘3 na Estrada’, com a qual se apresenta pelo interior da Bahia. Acredita que estar no ‘The Voice+’ é a chance de obter visibilidade e conquistar a massa. No palco do ‘Voice+’, Gilton cantou “Lamento Sertanejo” e agora faz parte do Time Ludmilla.
 
Vera de Maria Maga – 61 anos | Petrolina – PE
Cantora profissional há quase 45 anos, Vera montou na adolescência um grupo regional chamado “Geração 2000” e “Vera de Maria Maga’, que existe até hoje. Conhecida na cidade, ela começou a cantar aos nove anos, enquanto acompanhava no triângulo o trio pé de serra de seu tio. Sua mãe não queria que ela viajasse para cantar, então suas apresentações se limitavam à igreja, às festas dos amigos e aos eventos da escola. Aos 16 anos, já com o grupo, passou a fazer shows e apresentações em rádios locais e em cidades vizinhas. Com 11 CDs gravados, um deles só de músicas autorais, a pedagoga aposentada deseja cantar na Globo para poder mostrar seu talento e renovar seus sonhos. Vera escolheu “Esperando na Janela” e entrou para o Time Toni.
 
Veja como estão os times para a próxima fase:
 
Time Brown: Dionisya Moreira; Marina Tartarini; Acaciamaria; Fhernanda Fernandes; Cris Nunes; Walter Ramalho; Avelino Bezerra; Elaine Anunan; Jurandir Vieira; Elvis Carvallo; Zê Azemar; Severo Ramos.    
 
Time Fafá: Arlindo Moita; Cássia Portugal; Atilio Ancheta; Ninah Jo; Marcília de Queiroz Pinheiro; Clarisse Grova; Sandra Frascá; Ernesto Aun; Emílio Seresteiro; Jozenaldo Pereira; Ilma Brescia; Osny Melo. 
 
Time Ludmilla: Maurício Gasperini; Chico Aafa; Sueli Costa Gomes; Vando Lipert; Elizeth Rosa; Regina Dias; Geraldo Mamedh; Ione Papas; Dilma Oliveira; Gilton Della Cella; Sabarah; Denise Pinaud.   
 
Time Toni: Lucinha Bosco; Alba Lirio; Narriman Senden; Wilma de Oliveira; Wander Borges; Jhusara; Eliane Vidal; Luciene Sampaio; Junior Vieira; Vera de Maria Maga; Hélio Henriques; Nice Luz.

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