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Tropicaliente chega ao Globoplay nesta segunda-feira

Divulgação Globo/Nelson Di Rago

'Tropicaliente' é a próxima novela que chega ao Globoplay como parte do projeto de resgate dos clássicos da dramaturgia, nesta segunda-feira, dia 14, e traz toda a beleza do litoral cearense como pano de fundo para diversas histórias de amor marcadas pelas diferenças de classe. No início da novela, a rica e rebelde Letícia (Silvia Pfeifer) contraria a vontade do pai, o industrial Gaspar (Francisco Cuoco), e abandona o conforto em que vive para morar em uma cabana de praia com seu grande amor, o pescador Ramiro (Herson Capri). Um dia, Ramiro sai para pescar e acaba passando três meses em alto-mar. Certa de ter sido esquecida, Letícia decide voltar para a casa dos pais e terminar os estudos fora do Brasil. Quando Ramiro retorna, não encontra Letícia e conclui que o romance entre os dois não passara de um capricho de uma jovem mimada.
 
Anos mais tarde, Letícia volta ao Brasil, viúva e mãe de dois filhos, Vitor (Selton Mello) e Amanda (Paloma Duarte). Ela recebe do pai a tarefa de cuidar do estaleiro e da indústria pesqueira da família, no Ceará. Quando chega ao Nordeste, ela reencontra Ramiro, que se tornou líder de uma comunidade de pescadores, casou-se com Serena (Regina Dourado) e também teve dois filhos, Açucena (Carolina Dieckmann) e Cassiano (Márcio Garcia). Apesar do amor e do respeito por Serena, mulher valente e companheira, Ramiro sucumbe à paixão por Letícia. Como o pescado da aldeia é vendido pela empresa de sua família, eles acabam se aproximando.
 
A situação fica ainda mais conturbada quando a ingênua e romântica Açucena e o cínico e sarcástico Vitor se apaixonam. No início, ele só quer curtir sem compromisso, mas acaba se envolvendo de verdade com a jovem, ainda que seus sentimentos estejam contaminados por uma amargura. O rapaz culpa a mãe, Letícia, pelo falecimento do pai, Jordi (Jonas Bloch). Ao longo da novela, Açucena também se envolve com o sedutor e misterioso Franchico (Cássio Gabus Mendes).
 
Entrevista com Carolina Dieckmann
 
- Quais são suas maiores lembranças deste trabalho?
A novela era tão linda, o elenco era tão querido, as lembranças que eu tenho são muito boas. Toda a equipe sempre cuidando de mim e se preocupando. Até porque eu contracenava com atores muito experientes, Herson Capri, Regina Dourado, Stênio Garcia, Carla Marins, Selton, que já era ator desde criança... Eu adoro a novela, adoro o clima praiano, o jeito da Açucena... 
 
Quais são as principais características da personagem?
A principal característica dela é a inocência. Naquela época eu tinha isso de parecido. Eu tinha uma inocência e uma curiosidade sobre as coisas que eu acho que serviam muito à personagem. 
 
Você tem diversos papéis marcantes na sua trajetória. A Açucena é um deles?
Sim! A novela fazia muito sucesso e a Açucena também, até hoje as pessoas falam muito comigo sobre ela. Dizem “Eu era muito apaixonado pela Açucena.”, “Açucena era meu crush da adolescência.”. As pessoas têm um pouco dessa relação com a Açucena, e as meninas também queriam fazer as tranças dela, usar as cores no cabelo, o colarzinho de osso que ela usava era um hit.
 
- Você gosta de rever os trabalhos que fez? Está com expectativa para assistir novamente à ‘Tropicaliente’ no Globoplay?
Eu adoro assistir aos meus trabalhos. Eu sempre vejo as minhas personagens, procuro não ter uma visão crítica, eu vejo como uma parte da minha vida, um pedaço da minha história que precisou ser exatamente do jeito que foi, para que eu chegasse até aqui e do jeito que eu cheguei. Eu vejo com muita naturalidade, pois era um momento da minha vida. Então, ela, especialmente, é uma personagem que eu vou gostar muito de poder rever para me rever de alguma maneira através dela.

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