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Canal Rural destaca a relevância das mulheres que estão transformando o agronegócio

Divulgação

A crescente participação e visibilidade das mulheres no agronegócio faz elas buscarem seus direitos e conquistarem cada vez mais objetivos no setor. Essa conclusão foi feita com base na “Pesquisa sobre a participação feminina no agronegócio” realizada pelo coletivo com Agroligadas, em 2021. De acordo com o estudo, 28% dos trabalhadores do agronegócio brasileiro são do gênero feminino. Assim como na pesquisa, no Canal Rural as mulheres também ganham relevância e para homenagear aquelas que estão transformando o segmento, no dia internacional e no mês das mulheres, a emissora irá veicular, durante a programação, mensagens de incentivo e apoio.

Ainda de acordo com a pesquisa, nas posições de liderança, elas ocupam 69% dos cargos. No Brasil, um dos principais cargos governamentais destinados ao setor, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento é comandado por uma mulher, Tereza Cristina, desde 2019. Além da ministra, o agronegócio no país conta com nomes como Carminha Gatto Missio, vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (FAEB).

No ano passado, Carminha figurou na lista das “100 mulheres mais poderosas do Agro”, da Forbes, e salienta que vem crescendo a quantidade de mulheres no segmento. “No trabalho realizado pela FAEB, vimos que as mulheres estão buscando cada vez mais se profissionalizar, seja como prestadoras de serviço ou gestoras de propriedade”, explica a vice-presidente.

Carminha também destacou como os veículos de comunicação são importantes para as mulheres e o segmento. “O trabalho mídia especializada no agro é de suma importância já que é o único meio que podemos difundir a importância da cadeia produtiva de alimentos para aquelas pessoas que não conhecem o setor, além de aproximar o campo da cidade”, afirmou.

Outra personalidade no meio é Teka Vendramini, eleita a primeira mulher presidente em 100 anos da Sociedade Rural Brasileira, em 2020. No Canal Rural, Teka comandou o projeto “Agroinspiradoras”, falando diretamente com e sobre as mulheres do agronegócio. A relevância do público feminino sempre foi pauta na emissora. O percentual de apresentadoras dos programas do canal é de 60%.

Profissionais como Priscylla Paiva, apresentadora do Mercado & Cia, Queli Ávila, supervisora e editora dos Projetos Soja Brasil e Mais Milho, Sara Kirchhof, repórter, Julia Fabri, apresentadora do Ligados & Integrados, Flávia Macedo, apresentadora do Rural Notícias, e Jaqueline Silva, diretora do núcleo Artístico e de Programação são destaques da participação das mulheres no jornalismo voltado ao agronegócio. “O Canal Rural entende que as mulheres são vitais para o desenvolvimento do agronegócio. Elas estão à frente das propriedades rurais e também do conteúdo produzido para o setor”, destaca Jaqueline.

Levar até as mulheres do campo mais recursos e conhecimento sobre o setor produtivo e a gestão das propriedades inspirou a Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil) a criar a Comissão de Mulheres da Aprosoja Brasil. Com o objetivo de levar informações sobre a atividade rural e incentivar a participação das mulheres nas decisões do campo, a comissão vem conquistando resultados positivos com a participação crescente das mulheres.

“Há quatro anos começamos o projeto piloto, que foi concretizado em novembro do ano passado com a criação da comissão que veio mostrar que a mulher sempre fez parte do agronegócio e que agora entende a importância da sua posição. A mulher é uma leoa e a nossa intenção é capacitar essas mulheres, em todos os Estados onde a associação atua, para que elas se sintam seguras e conheçam seu próprio negócio“, explica Márcia Barzotto, presidente da Aprosoja.

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