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Edson Celulari relembra personagem Jean Pierre de ‘Que Rei Sou Eu?’, que chega ao Globoplay

Divulgação

A novela 'Que Rei Sou Eu?' (1989) chega ao Globoplay nesta segunda-feira, dia 14. A trama, que se passa no fictício reino europeu de Avilan, tem no elenco nomes como Edson Celulari, Giulia Gam, Natália do Vale, Daniel Filho, Cláudia Abreu, Tato Gabus Mendes, Marieta Severo entre outros. Escrita por Cassiano Gabus Mendes, com a colaboração de Luís Carlos Fusco e Solange Castro Neves, 'Que Rei Sou Eu?' é mais um título que faz parte do projeto de resgate dos clássicos da dramaturgia do Globoplay. 

 O ator Edson Celulari fala com saudade sobre a trama, na qual deu vida ao personagem Jean Pierre, filho bastardo de Petrus II (Gianfrancesco Guarnieri) com a jovem camponesa Maria Fromet (Tania Nardini/Aracy Balabanian). Um jovem de ideias firmes e claras a respeito das desigualdades sociais. Agitador, não se conforma com o abismo entre as classes sociais e faz tudo, à sua maneira, para diminuí-lo. Ótimo caráter, valente e idealista.  
 
"O Jean Pierre foi o único 'capa e espada' na minha carreira como ator. Ele era um herói, destemido, em busca da justiça, igualdade e esperança aos famintos. Será um prazer enorme matar a saudade da novela pelo Globoplay e acho que todo mundo vai se divertir muito revendo a trama. Nós brasileiros estamos precisando rir e a comédia, a sátira, tem esse poder de trazer assuntos relevantes e sérios de uma forma engraçada, com leveza", afirma. 
 
Em Avilan, o povo miserável vive às voltas com governantes corruptos, sucessivos planos econômicos, moeda desvalorizada e altos impostos. Com a morte do rei Petrus II (Gianfrancesco Guarnieri) – cujo único herdeiro é o filho bastardo Jean Pierre (Edson Celulari) –, os conselheiros reais, que exercem forte influência nas decisões da rainha Valentine (Tereza Rachel), resolvem entregar a coroa ao mendigo Pichot (Tato Gabus Mendes). A armação é obra de Ravengar (Antônio Abujamra), o bruxo do condado. 
 
Revoltado, Jean Pierre lidera um grupo de revolucionários para derrubar os vilões. Em meio aos conflitos, a princesa Juliette (Cláudia Abreu) se apaixona por Pichot. O herói Jean Pierre é um jovem corajoso e íntegro, que se divide entre o amor da revolucionária Aline (Giulia Gam), que trabalha no palácio, e o da nobre Suzanne (Natália do Vale), mulher do conselheiro Vanoli (Jorge Dória). No final da história, o povo consegue invadir o palácio, eliminar os opressores, confiscar os baús da nobreza e tomar o poder.  
 
 Entrevista com Edson Celulari 
 
Que boas lembranças você tem de 'Que Rei Sou Eu?'?​ 
 
Tenho muito boas lembranças. A novela marcou época abordando um tema histórico universal, que foi a Revolução Francesa, em forma de comédia, com leveza. Uma trama muito inteligente e que continua muito atual, tantos anos depois. Apesar de ser de época, não é uma novela datada. E fez tanto sucesso que voltou a ser exibida, num formato especial, com 70 capítulos, alguns meses depois. E agora está de volta pelo Globoplay. Será bom demais poder rever. 
 
Conta um pouco sobre a preparação para viver o Jean Pierre, por favor.​​ 
 
Quando me formei na escola de teatro, esgrima era uma das aulas pelas quais os atores passavam. Então, não foi um desafio fora da curva. Além disso, durante as gravações, contávamos com o acompanhamento de atletas profissionais do Clube do Flamengo.
 
O que o personagem representa na sua trajetória profissional?​ 
 
O Jean Pierre foi o único 'capa e espada' na minha carreira como ator. Ele era um herói, destemido, em busca da justiça, igualdade e esperança aos famintos. Eu me lembro que, em uma fase da novela, o personagem passou a usar a máscara de ferro. Isso gerou uma enorme repercussão. O duelo entre Jean Pierre e o personagem do Tato Gabus Mendes, o Pichot, também foi um ponto alto da trama no ar. Marcou época. 'Que Rei Sou Eu?' teve até álbum de figurinhas! Foi um barato! 
 
Qual é a expectativa para rever a trama, agora pelo Globoplay?​ 
 
Será um prazer enorme matar a saudade da novela pelo Globoplay e acho que todo mundo vai se divertir muito revendo a trama. Nós brasileiros estamos precisando rir e a comédia, a sátira tem esse poder de trazer assuntos relevantes e sérios de uma forma engraçada, com leveza. 

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