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Promessas ganha versão em podcast e terá convidados especiais, como Caio Castro

Reprodução

Conversas sobre fé, vida espiritual, família e carreira são alguns dos assuntos do primeiro podcast gospel do catálogo do Globoplay, já disponível no link. Intitulado ‘Promessas’, o nome tem origem em um festival musical do segmento religioso, que se estendeu em um quadro no programa ‘É de Casa’, também apresentado por Patrícia Fazan: que agora estreia também como podcaster. Em conversas leves e sem tabus, o programa vai reunir convidados variados como os atores Caio Castro e Karina Bachi. Outra participação confirmada é a do empresário e piloto de avião Kaká Diniz, marido da cantora Simone, dupla sertaneja Simaria.   

No podcast, Patrícia conversa com personalidades de segmentos variados, e que geralmente o público não está acostumado a ouvir falar sobre assuntos relacionados a fé. “Quando me formei em jornalismo, há 20 anos, Deus me fez uma promessa: ’Patrícia, você nasceu e foi criada para falar de Deus na televisão’. Trabalhei em várias produtoras e emissoras. Quando cheguei à Globo, o festival Promessas estava começando. Naquele momento eu escutei o meu chamado e vi que era a minha oportunidade para realizar a promessa que Deus me fez”, revela Patrícia. 
  
A apresentadora também acredita que por meio do formato de podcast, conseguirá aproximar o público de sua trajetória de vida e incentivar os ouvintes a acreditarem e persistirem em seus sonhos. "Quero incentivar as pessoas a terem fé em todas as áreas da vida delas, incentivar a não desistirem dos seus sonhos. Entenderem que temos que lutar e acreditar. Sou uma mulher negra, que nasceu em uma comunidade e hoje realiza um grande sonho: falar de fé dentro da TV Globo. Quero mostrar histórias de fé como a minha, que vão edificar e trazer esperança para os brasileiros”, completa.   

O podcast Promessas é apresentado por Patrícia Fazan, com episódios semanais publicados às segundas-feiras. Pode ser ouvido pelo Globoplay e nas principais plataformas de áudio.   
  
Entrevista Patrícia Fazan 
  
Qual sua relação com o Promessas desde a época dos festivais de música?  
Quando cheguei à Globo, o festival Promessas estava começando. Naquele momento eu escutei o meu chamado e vi que era a minha oportunidade para realizar a promessa que Deus me fez. Eu conhecia os cantores e aquele ambiente era muito natural para mim, isso facilitou meu trabalho de produtora. Essa minha vocação, que misturava vida pessoal e trabalho, foi um achado para a equipe que fazia a cobertura do evento. Eu passei a ser vista pelos meus pares como especialista, conquistei a confiança deles e, ao mesmo tempo, ganhei credibilidade na área gospel. Ali eu pressenti que iria falar de Deus na televisão através da música.  
   
Qual sua trajetória à frente da apresentação de conteúdos gospel?   
 Comecei como a maioria das pessoas na televisão: como produtora. Mas sempre sonhei com a oportunidade de estar na frente das câmeras. O boom da internet abriu espaço para novos talentos e também novos formatos. Foi aí que tive a ideia de fazer os bastidores do Festival para o gshow. Dali, foi um pulo pensar num quadro em que eu entrevistasse cantores Gospel para o G1.  A recepção foi ótima! Foram três temporadas.  Em 2019, Mariano Boni, diretor de gênero, me propôs reportagens com foco no gospel para serem exibidas no programa É de Casa, que vai ao ar na manhã de sábado na Globo. Foi ali que idealizei um projeto que unisse cantores da música popular com celebridades gospel. Além de cruzar histórias de vida, a proposta era que eles cantassem pela primeira vez juntos.  Foi assim que fizemos grandes encontros, como Daniel e Anderson Freire; Simone e Simaria com Davi Sacer; Thiaguinho e Eli Soares.  
   
Qual a importância da ampliação das mensagens de fé por meio do podcast? Acredita que conseguirá se conectar com novos públicos por este novo canal?   
 Hoje 85% da população brasileira se declara cristã (fonte INPPE). Os evangélicos representam 31%, mas a estimativa é que este ano pela primeira vez eles superem os católicos. No entanto, não se trata de uma cruzada entre religiões, o Brasil tem uma característica muito interessante: a cada ano há um aumento da convivência de pessoas de diferentes religiões na mesma família. O alcance dos Canais Globo, seja pela TV aberta, pelo streaming, ou pelo podcast, reflete esta tendência de comportamento. Especialmente durante a pandemia, as pessoas se voltaram mais para a espiritualidade, buscam o sentido da vida. É uma questão de sintonia com a sociedade.   
   
Qual foi a principal transformação que guiar seus projetos pela fé gerou em sua vida e que hoje serve de depoimento para quem te admira?   
Fui uma pessoa completamente transformada pela fé. Tinha muitos problemas de comportamento e não tinha paz. Costumo dizer que era arrogante, inclusive, principalmente com minha família. Eu me achava mais importante e melhor do que eles, porque tinha bons empregos, ganhava bons salários e fazia amizade com gente importante. Quando passei pela transformação, entendi o amor de Deus por todos, pedi para Deus me dar amor pelo meu próximo e passei a amar e respeitar as pessoas do jeito que elas são e não como eu gostaria que elas fossem. Hoje me sinto realizada em tudo na minha vida, tento me dar bem e ser amável com todos.  

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