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Com seu sotaque castelhano da Zona Norte, a vidente interpretada por Nany People chega em ‘Quanto Mais Vida, Melhor!', atendendo no badalado Arriba Karakas

Divulgação Globo

A gente já se acostumou com o jeito direto e ácido de ser da funcionária do motel Arriba Karakas, aquela que tudo sabe e quase nada vê. É justamente a recepcionista, interpretada por Nany People, quem vai receber Guilherme/Flávia (Mateus Solano) e Flávia/Guilherme (Valentina Herszage), que estão à procura de uma cartomante. Depois de virem o anúncio dela em um cartaz, a dupla decide ir em busca das respostas que a Morte custa tanto a dar. O endereço é o mais agitado motel do horário das sete. Estranho? Não para a vidente Madame Lu (Nany People).
 
“O público pode esperar uma personagem divertida, abusada, como sempre. Ela tem um sotaque totalmente falsiane. Você vê que ela não é nada castelhana, nada portenha (risos), e as pessoas ficam meio cabreiras, desconfiando dela ser a funcionária do motel. Ela diz: 'Non acreditem no que tus ojos veem!' (risos)”, se diverte Nany.

Divulgação Globo/Fabio Rocha

Depois de confirmar que o local onde a cartomante atende está correto, a funcionária – que quase ninguém sabe, mas se chama Lourdes – pede para os dois aguardarem em uma sala reservada. O ansioso Guilherme/Flávia e a cética Flávia/Guilherme, mesmo com toda desconfiança, vão até à sala para verem Madame Lu. Na consulta, depois de tirar algumas cartas, ela passa a ver a carta da Morte seguidamente e decide interromper o encontro, deixando a dupla assustada. Como será o amanhã? Responda quem puder... ou responda, Madame Lu! As cenas estão previstas para irem ao ar no capítulo 120.
 
Em entrevista, Nany People fala sobre a chegada da vidente, dá detalhes dos bastidores das gravações e celebra a recepção do público com a sua personagem. Confira! 
 
ENTREVISTA COM NANY PEOPLE 

O que o público pode esperar da chegada de Madame Lu na trama? 
O público pode esperar uma personagem divertida, abusada, como sempre. Ela tem um sotaque totalmente falsiane. Você vê que ela não é nada castelhana, nada portenha (risos), e as pessoas ficam meio cabreiras, desconfiando dela ser a funcionária do motel. Ela diz: “Non acreditem no que tus ojos veem!” (risos). Então, foi muito divertido! Mas tem uma coisa que, de tão falsa que ela é, acaba acertando algumas coisas porque vai sacar que a trama dos personagens está errada, por conta da inversão dos corpos. Então, podem esperar muito mais humor, inclusive com a própria aparição dela, que é uma coisa meio Walter Mercado (risos).
  
A funcionária está sempre interagindo com muitos personagens. Como foi essa parceria com o elenco? 
A personagem interage com todos do elenco. Foi um presente pra mim, um presentaço! Eles foram queridíssimos! Foi muito engraçado porque, quando a gente viu, ela estava no eixo da ação e determinando as medidas de cada personagem, dando o mote do que ia acontecer com cada um. E fui muito bem recebida por todos, uma alegria nos estúdios, no set. Foi maravilhoso!
 
Tem alguma história curiosa das gravações? 
Tenho uma história curiosíssima, engraçadíssima, das gravações. Eu não recebi o roteiro todo, então não sabia que os personagens tinham trocado de corpos. Aí fui gravar com o Vladimir Brichta (risos). E eu já tinha gravado com ele uma vez de Neném. Quando eu vi ele todo afetado – ele já estava de Paula e eu não sabia –, comecei a olhar e estranhar as ações dele e a direção ficou morrendo de rir da minha cara de susto. Perguntaram pra mim o que foi e eu disse: “O que tá acontecendo que o Neném tá meio molhado?” (risos). Então, foi muito engraçado porque aí que descobri a inversão dos corpos. Foi muito legal, divertido, leve! Gostoso demais. 
  
Como tem sido a recepção do público com a sua funcionária? 
A recepção do público está maravilhosa! Eu encontro as pessoas na rua e elas falam assim: “Nany, eu quero a cabine dupla tal” e falam todo o nome do quarto (risos). Eles sabem tudo: Suíte Máster, Suíte Presidencial, VIP Golden VIP... Uma loucura (risos)! 
 
‘Quanto Mais Vida, Melhor!’ é criada e escrita por Mauro Wilson, com direção artística de Allan Fiterman. Escrita com Marcelo Gonçalves, Mariana Torres e Rodrigo Salomão, direção geral de Pedro Brenelli e direção de Ana Paula Guimarães, Natalia Warth, Dayse Amaral Dias e Bernardo Sá. A produção é de Raphael Cavaco e a direção de gênero é de José Luiz Villamarim. 

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