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No Brasil, diretora-geral da Organização Mundial do Comércio fala com exclusividade à GloboNews

Divulgação Globo

Os impactos da guerra na Ucrânia na oferta mundial de alimentos, os efeitos continuados da pandemia nas transações internacionais, o papel do Brasil nisso tudo e a importância da renovação para reforçar o multilateralismo são alguns dos temas abordados na entrevista exclusiva que a diretora-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Ngozi Okonjo-Iweala, concedeu ao jornalista Marcelo Lins em Brasília. A africana assumiu o cargo em agosto do ano passado e faz sua primeira visita à América Latina num contexto de crise internacional e grande risco de insegurança alimentar. A entrevista completa será exibida no 'GloboNews Internacional' no próximo domingo, dia 24, às 19h30.
 
Durante conversa com Marcelo Lins, a diretora-geral da OMC afirma que 35 países africanos dependem muito dos grãos e do óleo vegetal que não estão podendo circular por conta da guerra na Ucrânia.  Segundo ela, se não houver uma ação internacional coordenada, a situação de fome no continente pode se agravar. Ngozi afirmou ainda que o Brasil, por ser um grande produtor de alimentos, tem um papel muito importante a desempenhar nesse momento de grandes necessidades.
 
A diretora-geral da OMC diz ainda que, assim como outros organismos internacionais, a Organização Mundial do Comércio precisa de reformas para refletir a realidade atual e agilizar seu trabalho, mas defende a globalização e o multilateralismo que, segundo ela, apresentaram resultados muito bons e precisam ser reforçados. 

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