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'Profissão Repórter' desta terça-feira acompanha a rotina de grupos de música que viajam milhares de quilômetros para fazer shows

Divulgação Globo

Dentro de uma Kombi está o sonho e o som de algumas vidas. Desde 2015 a “Let There Be Rock” era prioridade para o guitarrista Vinicius Jorge. Uma grupo formado para tocar os clássicos da banda australiana AC/DC. Veio a pandemia e com ela a ideia de tornar o projeto mais sério, colocando o pé na estrada pelo país. O 'Profissão Repórter' desta terça-feira acompanhou uma dessas jornadas. A repórter Mayara Teixeira e o repórter cinematográfico Leandro Matozo pegaram carona nesta aventura e viajaram com o grupo por cerca de 1.300 quilômetros entre São Paulo e Cruz Alta, no Rio Grande do Sul. Do quinteto, apenas o vocalista Rafael não abandonou o emprego. Mas só porque consegue conciliá-lo com a maratona nas estradas.
 
A repórter Milena Rocha e a repórter cinematográfica Gabi Vilaça foram até o Mato Grosso para acompanhar o início da viagem da banda de forró “Garotos do Apyãwa”, com destino a Palhoça, no interior catarinense. Uma viagem de 2.500 quilômetros. Na terra indígena Urubu Branco o grupo se preparava para as primeiras apresentações em aproximadamente dois anos. Atravessaram quatro estados de ônibus. "Nós viemos de longe, foram dias viajando para trazer a nossa cultura até outros povos", explica Iranildo Tapirapé, um dos vocalistas da Banda. Desde 2018, o grupo concilia a música com outras atividades profissionais na aldeia. Na banda de forró há professores, mestrandos, agricultores e técnico de enfermagem. Eles usam a internet para divulgar as músicas, fazer lives e também para rebater as críticas de que o forró é uma música não indígena. 
 
Por outro lado, há também as histórias por trás de quem pega a estrada para ver os ídolos da música. No "Lollapalooza 2022", boa parte das pessoas que estavam no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, comprou os ingressos em 2019, antes da pandemia, como foi o caso de um grupo de amigos moradores de Jundiaí, que se formou no mesmo ano e projetavam ir ao evento para representar um fechamento de ciclo. Já o repórter Thiago Jock e o repórter cinematográfico Luiz Silva e Silva acompanharam as viagens de Leandro Pimazzoni, dono de uma empresa de turismo que freta ônibus e organiza caravanas para grandes shows e festivais partindo de Limeira, no interior paulista. Em um dos ônibus, estava Maria Eduarda Piva. Ela ganhou o ingresso para o festival como presente de aniversário de 15 anos e só agora, aos 17, teve o direito de aproveitar e fazer o que tanto esperou: colar na grade que separa o público das atrações, e ficar bem perto de Marina, cantora natural do País de Gales que se apresentou no primeiro dia do festival.
 
O ‘Profissão Repórter’ desta terça-feira começa logo após o ‘Big Brother Brasil’.

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