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Alok, Juliana Paes, Juliette, Lagum, Pedro Bial e Theo Bial estão no 'Altas Horas' deste sábado

Divulgação Globo

Serginho Groisman recebe no 'Altas Horas' desse sábado, dia 14, promove um encontro entre personalidades de diferentes gerações e áreas de atuação, mas todas ligadas à cultura brasileira. Alok, Juliana Paes, Juliette, Lagum, Pedro Bial e Theo Bial se reúnem no palco para uma conversa que traz curiosidades da trajetória de cada um, com interação da plateia, além de apresentações musicais.
 
Alok conta como iniciou a carreira de DJ. A primeira vez que tocou numa festa tinha quase 10 anos de idade, e a experiência não foi bem o que ele esperava: “Não foi legal, errei tudo. Depois fui para outra festa, devia ter umas 700 pessoas, era uma rave e eu lembro que quando rolou a primeira batida, as pessoas levantaram a mão e eu me conectei com elas através da música. Sou uma pessoa mais introspectiva, vi ali que eu poderia me expressar e pensei ‘quero fazer isso para o resto da vida’. O músico também cita o novo projeto com indígenas, a ser lançado em breve, e o feat que fez com Juliette, “Un Ratito”.
 
Juliana Paes fala sobre as gravações de ‘Pantanal’, e o convite para interpretar a personagem Maria Marruá: “O Pantanal é um lugar espetacular, todo mundo tem que conhecer [...]. Recebi o convite de cara. Era um domingo, me ligaram e falaram que queriam que eu fizesse Maria Marruá. Na primeira versão eu devia ter uns 13 anos, então não tinha as cenas claras na cabeça, mas eu tinha noção do impacto que a novela causou”, diz, e completa com a emoção de retornar às gravações: “A gente estava louco para voltar ao set, é isso que a gente gosta de fazer”.
 
Juliette, por sua vez, traz a experiência de participar do 'BBB 21', e o impacto que isso causou na sua vida. Com fãs na plateia, ela abre como funciona essa relação: “Acho que por eu vir de um reality, eles me conhecem do avesso. Eles sabem o que me faz bem e o que não me faz. É uma relação muito bonita”. A cantora apresenta, ao lado de sua banda, “Tropicana”, “Bença” e, pela primeira vez “ao vivo” para o público, o lançamento “Cansar de Dançar”. A banda mineira Lagum compartilha a história de sua formação, a influência de outros grupos, como Charlie Brown Jr., e toca “Ninguém me ensinou” e “Deixa”.
 
Pedro Bial, que está com a sexta temporada de 'Conversa com Bial' no ar num formato diferente, entre remoto e presencial, fala como tem sido essa dinâmica de gravação: “Vir ao estúdio hoje me deu uma saudade danada, mas, ao mesmo tempo, é bom ganhar essa mobilidade de fazer hora aqui, outra ali. O remoto se mantém, e sempre será um recurso porque facilita, por exemplo, entrevista com gente de fora”. O apresentador e jornalista também traz a experiência de ter coberto grandes eventos mundiais; sua participação à frente do 'BBB' das edições de 2002 a 2016; e projetos futuros.
 
O filho de Pedro Bial, Theo Bial, conta sobre a concepção de seu álbum “Vertigem”, e a sua paixão por música: “Desde que comecei a aprender violão e a fazer os primeiros acordes, eu já queria compor canções [...], acho que foi esse caminho da composição que me fez seguir o caminho da música. Ele canta “Ela” e “Azul” – esta última ao lado do pai. 

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