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ID e discovery+ estreiam a nova série ''Intimidade Fatal''

Divulgação

Vídeos e fotografias amadores são registros de momentos marcantes na história de uma família. Nessas imagens estão as recordações de aniversários, férias, os primeiros passos e palavras de um bebê, o beijo onde teria início a vida a dois de um casal...todas elas contam a história de um lar feliz. Mas, para algumas famílias, esses registros precedem a tragédia do assassinato.

INTIMIDADE FATAL (Murder Comes Home), nova série original do ID que estreia simultaneamente na TV e no discovery+ na segunda-feira, 9 de maio, às 21h10, utiliza imagens de arquivo para revelar os bastidores de lares que foram desfeitos da pior maneira possível, com a morte brutal de um dos seus dentro de casa.

Em cada um dos seis episódios, a série confronta vídeos amadores que fazem parte dos arquivos de família e imagens que registram as cenas de crimes ocorridos na casa das vítimas. Nas fotografias e vídeos feitos pela polícia, aquele local de alegria aparece muito diferente: vemos o chão manchado de sangue, uma mesa revirada, o prato com a refeição que não terminou. Há, enfim, o retrato de uma vida invadida pela violência.

É pelo contraste entre essas imagens felizes e de puro horror que a produção busca analisar como o lugar que deveria ser de intimidade, segurança e proteção se transformou em sinônimo de morte. Entrevistas com pessoas próximas às vítimas completam o material que reconstitui as circunstâncias que precedem e sucedem o momento crítico do homicídio.  

Os registros caseiros de momentos de descontração e as primeiras imagens da cena do crime podem conter evidências cruciais para a solução de um caso: figuras emblemáticas, diálogos importantes e a disposição de objetos podem conter pistas decisivas para que os autores desses crimes hediondos sejam levados à justiça.

O primeiro episódio da série retorna a 2001 para contar a história de Sue Weaver. Naquela época, ela havia acabado de se mudar para a sua casa dos sonhos, uma propriedade ampla, em meio à natureza, como ela sempre quis. A mudança não era só de endereço, mas de vida: Sue havia posto um ponto final em seu relacionamento de quinze anos e estava entusiasmada com a perspectiva de recomeço. Ela não poderia imaginar o horror que viveria naquele mesmo local, pouco tempo depois.

Em agosto de 2001, o corpo de Sue foi encontrado carbonizado depois de um incêndio criminoso em sua casa. Os policiais que primeiro chegaram ao local, alertados por vizinhos que viram a fumaça, logo identificaram que o incêndio tivera o intuito de eliminar as evidências de um crime cruel: Sue fora estuprada e espancada até a morte, antes que sua casa fosse consumida pelas chamas.

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