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Nova série do ID e do discovery revela como pistas deixadas no mundo virtual solucionaram casos de assassinato

Divulgação

Tudo acontece na internet e nela fica arquivado, inclusive as provas e evidências de homicídios. PEGOS NA REDE (Caught in the Net), nova série original do ID que tem estreia simultânea na TV e no discovery+ na terça-feira, 7 de junho, às 22h, narra os bastidores de investigações de crimes reais que tiveram o mundo digital como principal local de coleta de informações.

Em seis episódios de uma hora cada, a produção apresenta entrevistas exclusivas com os detetives responsáveis pelos casos. Em seus relatos, esses profissionais contam como o universo digital foi vasculhado em busca de pistas que os levassem aos autores dos assassinatos. Imagens e registros de áudio e vídeo que fizeram parte dos inquéritos, incluindo os depoimentos de testemunhas e suspeitos, também ajudam a reconstituir os principais eventos ligados às investigações.

Diante da falta de evidências físicas, os rastros deixados por vítimas e assassinos nos ambientes virtuais foram cruciais para o desenrolar dos casos. Em meio a milhares de registros de interações on-line com pessoas e aplicativos o assassino se esconde, mas ali também estão as armadilhas que podem pegá-lo.

Toda vez que alguém fica on-line, seja em salas de bate-papo, aplicativos de celular, GPS instalados nos carros ou dispositivos fitness para avaliação contínua do ritmo cardíaco, um rastro silencioso, mas muito detalhado, é criado. Os investigadores devem entrar neste mundo virtual e seguir os dados enquanto correm contra o tempo para garantir justiça para as famílias das vítimas.

O episódio de estreia retorna a 2014, quando April Dawn Millsap, uma adolescente de 14 anos à época, saiu para passear com seu cachorro na pacata cidade rural de Armada, no estado americano de Michigan. April pressentiu que estava sendo seguida e chegou a documentar sua preocupação em uma mensagem de texto enviada a seu namorado, dizendo que acabara de escapar de uma tentativa de sequestro.

April pensou que tinha conseguido fugir de seu algoz. Ela não sabia que o homem ainda a estava seguindo e iria ataca-la brutalmente poucos minutos depois. A cena do crime é uma trilha cercada por floresta – quando a detetive Rebecca MacArthur chegou ao local, soube que recolher evidências seria uma tarefa árdua. O telefone da garota não estava ali. Mas April havia enviado a mensagem de texto – a partir dela, Rebecca estabelece uma linha do tempo e chega ao assassino.

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