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O dinheiro no metaverso é tema do ''CNN Soft Business''

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O ''CNN Soft Business'' deste domingo, dia 15 de maio (23h15), fala sobre o metaverso e os negócios digitais nos ambientes virtuais, ecossistema que pode valer até US$ 13 trilhões em 2030, segundo o banco Citi.  Phelipe Siani e Fernando Nakagawa vão ao escritório da Meta, de Mark Zuckerberg, em São Paulo, para entender por que o grupo decidiu colocar o metaverso como sua maior aposta. A líder de parcerias estratégicas da Meta na América Latina, Carol Dalmolin, explica que as conexões virtuais mais imersivas já começaram por meio de filtros da realidade aumentada em redes sociais do grupo, como o Instagram. “Nos próximos três anos, vamos investir, na América Latina, cerca de US$ 150 milhões para treinar pessoas interessadas em realidade aumentada para desenvolver funcionalidades cada vez mais avançadas”, revela a executiva. 

O episódio fala das oportunidades que se abrem para as marcas por meio do metaverso, como experiências imersivas para o consumidor, e do desafio em torno das aplicações da realidade virtual. “O ambiente de realidade virtual, por exigir um aparelho, a gente tem um outro caminho pela frente, que é esses óculos se tornarem parte do nosso dia a dia”, explica Carol Dalmolin.

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Phelipe Siani e Fernando Nakagawa explicam o que é a “internet do amanhã”, como são pagos os negócios no metaverso e como funciona a cidade virtual Decentraland, já adotada por marcas como Dolce & Gabanna e Samsung. “A dica é não copiar e colar sua loja física no metaverso. Quem coloca sua marca lá precisa entender que é uma loja do portfólio e que você precisa gerar tráfego, precisa cuidar do inventário e da gestão”, afirma Léo Brazão, consultor de negócios digitais e sócio-fundador da agência Deboo.  No ano passado, foram realizadas 21 mil transações de compra e vendas de terras no Decentraland, movimentando US $110 milhões. Um relatório do banco norte-americano JP Morgan mostra que a média de preço dos terrenos virtuais na plataforma dobrou no segundo semestre de 2021.

O programa também aborda as  questões legais em torno do dinheiro que circula no metaverso.  Léo Brazão explica que a responsabilidade jurídica é da rede blockchain. “A blockchain é uma DAO, uma Organização Autônoma Descentralizada, ou do inglês Descentralized Autonomous Organization, que se organiza em torno de um propósito de negócio, entidade a qual se pode recorrer”, explica. O “CNN Soft Business” alerta os investidores otimistas com os negócios virtuais para ficarem atentos às questões regulatórias vindas de outros países.

 O ''CNN Soft Business'' vai ao ar aos domingos, às 23h15, pela CNN Brasil.

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